2013-04-07

Noticias ao Minuto - "Governo não tem condições para tirar País da alhada em que está"

Noticias ao Minuto - "Governo não tem condições para tirar País da alhada em que está"

Pois, mas esta espécie e bem mediocre amostra de politico, acha que tem condições para tirar o país do atoleiro em que os governos socialistas nos colocaram, perante o silencio deste senhor, durante 15 anos sentado na última fila da bancada par(a)lamentar do PS, na AR.

Irra, que não há paciência para estes tipos de demagogos do Partido Socialista .... São todos iguais!

2013-03-28

PAULO JALECO É O CANDIDATO DO PSD À CÂMARA MUNICIPAL DE ÉVORA


O Cirurgião Paulo Jaleco é o candidato do PSD à Câmara Municipal de Évora. O candidato independente, já integrou em 2009 a lista à Câmara de Évora pelo PSD, sendo agora o cabeça de lista de um projeto político que pretende abrangente e ganhador. 


Natural de Lisboa, o cirurgião de 50 anos reside em Évora desde os 5. Licenciado em Medicina pela Faculdade de Ciências Médicas de Lisboa, é Assistente Hospitalar de Cirurgia Geral no Hospital do Espírito Santo de Évora, tendo exercido, no período de 2002 a 2004 o cargo de Diretor Clínico do Hospital de São Paulo, em Serpa.


Entre 1997 e 2005, Paulo Jaleco foi eleito Presidente da Assembleia de Freguesia de Juromenha, tendo mais tarde sido eleito para a Assembleia Municipal de Alandroal, cargo que ocupou entre 2005 e 2009.


Desde muito jovem ligado ao fenómeno desportivo, foi atleta nas modalidades de Rugby, Futebol e Andebol, tendo também pertencido ao Grupo de Forcados Amadores de Évora. Para além da prática desportiva, Paulo Jaleco tem sido um dos principais impulsionadores de diversos clubes de Évora, tendo sido Fundador e 1.º Presidente do Clube de Rugby de Évora. Em 1997, fundou o Clube de Rugby de Juromenha, mantendo-se desde essa data como Presidente da Direção.


Entre 2002 e 2003 foi Presidente da Direção do Juventude Sport Clube, mantendo-se ainda ligado ao emblema eborense como Vice – Presidente da Assembleia Geral. Paulo Jaleco mantém-se também ligado ao Andebol, desempenhando funções de Presidente da Assembleia Geral do Évora Andebol Clube desde 2008.


Enquanto Médico, tem colaborado com diversos clubes do distrito de Évora, em várias modalidades. Destacam-se ainda as suas participações como Médico da Volta a Portugal em Bicicleta.



Para além da sua ligação ao desporto, Paulo Jaleco tem colaborado com diversas associações da sociedade civil, tendo sido Médico dos Bombeiros Voluntários de Évora e Vice-Presidente da Direção dos Bombeiros Voluntários de Alandroal.

2013-02-14

AS ELEIÇÕES AUTÁRQUICAS SÃO O QUE SÃO E NÃO O QUE ALGUNS PRETENDEM QUE SEJAM




O antigo ministro socialista Augusto Santos Silva, ao afirmar recentemente que as eleições autárquicas deste ano vão ser a primeira oportunidade para os portugueses se exprimirem sobre a situação do país e a responsabilidade dos partidos, procurando induzir das mesma um significado nacional importante e um efeito sobre os atos eleitorais seguintes e, mais ainda, afirmando que tal demonstrará claramente que o PS é a única alternativa, legitimada pela ressuscitação do legado dos ciclos governativos socialistas de Guterres a Sócrates, vem colocar em devido texto e tempo a ideia socialista que poderemos esperar para o país, originando alguns pontos de reflexão a saber.

Desde logo o de que as eleições autárquicas servem exatamente para os portugueses se exprimirem sobre a situação de cada município onde residem, nomeadamente, no Alentejo, sobre os buracos nas ruas de algumas cidades, sobre a degradação da qualidade de vida em matéria cultural, sobre as falências dos estabelecimentos comerciais por falta de atratividade comercial, sobre a diminuição populacional por falta de atratividade territorial, sobre os parques industriais abandonados e não preenchidos, sobre a falta de espaços de desporto enquanto sobram os relvados sintéticos em aldeias sem jovens suficientes para constituir uma equipa de futebol, sobre a falência dos agentes culturais por desprezo local, sobre a ruinosa gestão dos clubes desportivos que permitiram que os políticos locais interferissem nos seus órgãos sociais, sobre … as piscinas a cada esquina e que encerram por falta de dinheiro para manutenção, sobre os pavilhões multiusos para uso anual (quando muito), sobre a falsidade e demagogia das (pelo menos) 100 medidas prometidas já em tempo de crise (na campanha eleitoral de 2009) para o primeiro ano de mandato…

O que estará em causa nas próximas eleições autárquicas é, no Alentejo, ajuizar sobre a atuação dos autarcas que, irresponsável e demagogicamente, aumentaram exponencialmente a dívida herdada, com menos obra que os seus antecessores, na senda dos seus mentores governantes nacionais a cujo clube Augusto Santos Silva pertence, que agora pretende reabilitar no PS e no país a herança do foragido Sócrates e passar uma esponja sobre a governação dos que conduziram o país à beira da bancarrota e cuja irresponsabilidade justifica os sacrifícios exigidos pelo atual governo aos portugueses.

Para aumentar a desilusão, basta observar como uma parte significativa de autarcas alentejanos do PS e da CDU pretendem aproveitar o descontentamento que as incontornáveis medidas do atual governo provocam (necessárias e decorrentes da irresponsabilidade da governação socialista que levou o pais à falência) para desagravarem as suas erradas opções de investimento, muitas vezes excessivo e desnecessário, em obras construídas sobre pressupostos e projeções económicas ou populacionais não consolidados nem justificados, com vista a delas retirar dividendos eleitorais, mais do que efeitos sobre o desenvolvimento dos territórios.   

Resta-nos esperar pelo desfecho das próximas eleições autárquicas e observar se o eleitorado alentejano será permeável a tal demagogia, em especial do PS, repetindo a vulnerabilidade da sedução pela votação ocorrida em 2009, com os resultados que se conhecem hoje, ao nível local, no Alentejo.

O corolário, agora e então, será o mesmo: a responsabilidade será sempre dos eleitores e, a maior ilusão que pode toldar a sua visão será a da suposta vingança e penalização local perante o governo nacional, pois isso em nada contribuirá para melhorar o nosso quotidiano, antes pelo contrário, ao escolher para a governação dos nossos concelhos aqueles que levaram o país ao lastimável estado em que se encontra.

É preciso aprender com os anteriores erros de escolha e corrigir os mesmos, evitando o regresso dos que prejudicaram a nossa vida de hoje e cujos efeitos se prolongarão pelas próximas gerações.

2013-01-12

Parque Expo paga premios ilegais

Parque Expo paga premios ilegais

A Inspecção-Geral de Finanças (IGF) acusa a Parque Expo de ter pago indevidamente aos seus administradores, durante 11 anos, gratificações mensais e regalias adicionais, em seguros de vida e de saúde, no valor de 1,56 milhões de euros.