
Afinal, só algumas das recomendações do grupo de trabalho para a reforma da Administração Pública são acatadas pelo Governo, nomeadamente no que toca à extinção de serviços.
A desconfiança que se instalará é que o critério de decisão, pelos vistos, não é o da necessidade dos serviços, da sua eficácia ou da legitimidade da sua missão, mas sim apenas político-partidário, já que dos 18 Governadores Civis, apenas um deles não é militante do PS.



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