2011-06-26
2011-06-15
UMA VITÓRIA DE PASSOS COELHO E DO PSD
A vitória do PSD nas eleições legislativas é histórica a vários níveis, desde logo porque quebra algumas das tendências do comportamento eleitoral nacional que ameaçavam transformar-se em lei da sociologia política em Portugal, como a da invencibilidade da recandidatura de um Primeiro-Ministro em exercício e, mais ainda, a da improbabilidade de o eleitorado escolher conscientemente um programa partidário da oposição que seja completo e transparente, realista e consequentemente duro, não mascarado pelo facilitismo eleitoralista, em alternativa ao programa do partido do Governo. Do ponto de vista da ciência política, nomeadamente da sociologia, é notável.
A combinação de factores de sucesso do PSD é visível, sem que se determinar para já o peso de cada um: a ascendência de Pedro Passos Coelho à liderança do PSD, o desgaste e a rejeição eleitoral de Sócrates, a crise económica e financeira a que o governo socialista conduziu o, a apresentação de um programa eleitoral ajustado à urgência de sair da crise e por isso credível, … Mas, uma análise mais fina dos resultados eleitorais ao nível distrital e local, fazem-nos acreditar que não terá sido apenas pelo efeito da mudança nacional induzido por Passos Coelho, que os resultados do PSD terão sido o que foram, por todo o distrito de Évora.
Outros factores haverá que procurar para explicar uma boa parte dos resultados que, ao nível regional e distrital, revelam um crescente depósito de confiança das populações no PSD enquanto alternativa séria e credível à governação do país, mas também das autarquias locais. Isto é, há uma sustentação do crescimento dos resultados do PSD por todo o distrito de Évora que não poderá ser alheia ao reconhecimento pelo trabalho autárquico desenvolvido pelo PSD durante os últimos 10 anos.
O PSD cresceu nestas eleições 36% no distrito de Évora (bem mais que os 30% de crescimento do PSD no país), face às legislativas de 2009, ultrapassando claramente a votação de 2002, quando Durão Barroso ganhou as últimas eleições legislativas pelo PSD, apesar de enfrentar hoje um PS muito mais forte que então: i) o Presidente da Federação de Évora do PS é hoje uma das mais destacadas figuras nacionais do PS; ii) o PS tem hoje mais de metade das câmaras no distrito e teve o apoio declarado de mais 2 presidentes independentes; iii) os 3 candidatos da lista do PS gozaram de visibilidade e exposição pública permanente ao longo dos últimos 6 anos, no Governo e na Administração Pública regional; iv) o PS caminha para 12 anos de mandato à frente da Câmara de Évora, a capital do distrito … Não será preciso continuar para demonstrar a evidência. E o PSD fica apenas a 1.382 votos do PS no distrito de Évora.
O PSD, que apresentou em 2º lugar da sua lista o vereador à Câmara de Évora, António Dieb, vence as eleições legislativas no concelho de Évora, sendo o partido mais votado em todas as freguesias urbanas e mais na Azaruja (S. Bento do Mato), ficando a escassos 14 votos nos Canaviais, ultrapassando a votação de 2002 em 15%, com mais 1.145 votos. O PSD cresceu 41% no concelho de Évora face às legislativas de 2009.
Se este crescimento do PSD no concelho de Évora, bem acima do distrito e do país, resulta de uma situação conjuntural e não do crescente reconhecimento dos eleitores pelo trabalho de proximidade dos autarcas do PSD eleitos à CM, Freguesias e à Assembleia Municipal, como alguns se apressaram a atirar para os jornais, então já não sei o que dizer.
Mas, também acredito que outros não saibam bem o que dizer perante isto, porque não será fácil a um Presidente de Câmara do PS, vai para 12 anos, explicar de forma convincente como se pode perder para o PSD assim as eleições legislativas, desta forma tão evidente, num concelho tão emblemático onde residem tantos ilustres e distintas figuras do Partido Socialista.
2011-06-06
ÉVORA CONTRIBUIU PARA A MUDANÇA POLÍTICA DE PORTUGAL
A Comissão Política Distrital do PSD de Évora congratula-se pelos resultados obtidos pelo Partido Social Democrata, a nível nacional, nas eleições ocorridas no dia 5 de Junho. Esta expressiva vitória eleitoral constitui o reconhecimento inequívoco do valor do projecto apresentado aos portugueses pelo líder do PSD, Pedro Passos Coelho.
Neste momento de mudança em Portugal, destacamos o aumento do número absoluto de votos obtido pelo PSD em 89 das 91 freguesias do distrito de Évora, que se traduziu na vitória social-democrata em 16 freguesias e quatro concelhos, nomeadamente alguns dos de maior dimensão populacional (Estremoz, Évora, Vila Viçosa e Vendas Novas).
Sublinhe-se que, no plano distrital, o PSD foi o partido que apresentou o maior crescimento (36%), obtendo mais 6.300 votos do que nas eleições legislativas de 2009, passando a ser a segunda força política mais votada no distrito de Évora, à frente da CDU e a 1,5% do Partido Socialista.
Estes resultados permitiram um crescimento percentual em cerca de 9 pontos em relação ao último acto eleitoral para o Parlamento português e garantiram a eleição com uma margem confortável do Prof. Doutor Pedro Lynce de Faria para deputado à Assembleia da República.
O perfil, o empenho e a dedicação do Prof. Lynce de Faria na campanha eleitoral, os contributos de todos os órgãos distritais e concelhios do PSD e da JSD, dos militantes e simpatizantes e de todos os que acreditaram que o PSD podia mudar Évora e Portugal, foram fundamentais para o sucesso eleitoral do PSD no distrito de Évora.
Os excelentes resultados obtidos abrem grandes expectativas para o futuro do PSD no distrito de Évora, encarados não apenas como reconhecimento pelo trabalho feito pelos nossos eleitos nos vários órgãos das Autarquias Locais, mas igualmente como uma prova de confiança e um incentivo ao PSD para assumir novas responsabilidades num futuro próximo em prol dos cidadãos, das famílias, das empresas e das instituições do distrito de Évora.
Évora, 06 de Junho de 2011
A Comissão Política Distrital de Évora do PSD
2011-06-03
CAMPANHA ELEITORAL: O DESPESISMO SOCIALISTA EM PLENA CRISE
Num blog insuspeito de qualquer associação ou simpatia pelo PSD, o 5Dias, podemos constatar a capacidade da super máquina de propaganda eleitoral do PS, indiferente e mesmo provocatória à grave crise económica do país e às dificuldades financeiras que os portugueses sentem todos os dias.
Trata-se, segundo a fonte citada, de: 5 autocarros de 55 lugares; 20 monovolumes; um camião TIR com palco, régie e ecrã gigante e 3 técnicos; 2 estruturas independentes com equipas de 10 elementos cada uma para montagem e desmontagem de palco, dotado de som profissional, estilo concerto de média dimensão; 3 bancadas (duas laterais e uma frontal) com capacidade total para 250 pessoas sentadas; brindes como t-shirts, sacos de pano, canetas, calendários, chapéus, edição de 6 jornais de campanha, adereços múltiplos para oferta; mobilização constante de dezenas de autocarros nas imediações do lugar onde ocorrem os comícios. Tudo isto, supostamente com apenas 2M de €uros.
A juntar a isto há ainda vários truques a que o PS tem recorrido para compor os espaços dos comícios: a oferta da visita grátis ao Oceanário Sea Life, ou o indecente recurso aos imigrantes indocumentados que passaram pela nossa Praça do Giraldo. Revelações de indiferença do PS perante a crise, mantendo o aparato de campanha de outros tempos, em desespero de causa até à introdução do “outdoor” com a cara de Sócrates a que tinham prometido não recorrer.
Enquanto decorriam os comícios do PS, ficámos a saber que a Segurança Social já cortou o abono a mais de 600.000 famílias e que vários milhares de alunos carenciados abandonaram os seus estudos universitários a meio do ano devido ao corte cego que sofreram nas suas bolsas. Tudo isto em nome da crise económica e financeira em que o governo socialista mergulhou Portugal, que exige sacrifícios até nos apoios sociais, mas não na despesista propaganda eleitoral do PS.
A estratégia socialista não respeita os portugueses nem defende o interesse nacional, resume-se a manter o poder a qualquer custo e, depois, logo se vê. Ao PS, importa sim ganhar tempo e, até às eleições, empurra-se com a barriga, adia-se o pagamento de 205M€ para maquilhar a execução orçamental do primeiro trimestre e assobia-se para o lado.
Ao mesmo tempo, escondem-se os verdadeiros compromissos assinados com a troika, desmente-se até ao limite a alteração das versões do acordo assinado, baralha-se a comunicação social, despreza-se a oposição e dificulta-se a vida ao próximo governo, antecipando os prazos de execução das medidas inicialmente acordados com a troika.
Parece mais que evidente que, tal como não cumpriu nenhum dos 3 PEC, Sócrates não tem qualquer intenção de cumprir o acordo que assinou com a troika, o que se tornou notório logo a partir do momento em que o mesmo passou a criticar as medidas que constam do acordo que ele próprio assinou: ex. da descida da TSU.
Ora, para que Portugal não esteja de agora a um ano na mesma situação de ruptura financeira que afecta a Grécia, pelo facto de não ter cumprido as medidas com as quais se comprometeu, resta aos portugueses escolherem, no próximo dia 5 de Junho, um governo sério e liderado por quem ofereça garantias de cumprimento do acordo assinado em contrapartida à ajuda financeira externa recebida.
É bom de ver que não poderão ser o PS nem Sócrates os eleitos pelos portugueses, em nome do interesse nacional.
2011-06-02
2011-06-01
2011-05-31
2011-05-30
2011-05-29
2011-05-27
GOVERNO SEM EMENDA: TRUQUES, MENTIRAS E INDECÊNCIA ATÉ AO FIM
No passado sábado, os turbantes coloridos ocuparam no coração da cidade de Évora, Património da Humanidade, o espaço das esplanadas que se enchem todos os fins de semana de turistas, pasmados com a indecência do espectáculo do transporte de vulneráveis indocumentados pelo PS, para um comício de campanha eleitoral. Os empresários e comerciantes de Évora, tal como muitos outros alentejanos, estavam mais incomodados sobre a forma de indemnizar os restaurantes proprietários dessas mesmas esplanadas, desconfiando que, como sempre, este governo socialista sacrifica, com a carga fiscal asfixiante, aqueles que trabalham, para seu benefício próprio de uso e abuso do poder.
Para além do truque, o PS foi indecente para com os alentejanos que assistiam pelas tv’s ao corrupio das dezenas de autocarros alugados a carregarem imigrantes de Lisboa para um comício de campanha eleitoral, ao mesmo tempo que se vêem privados de apoios as transporte para tratamentos oncológicos e outros, cortados pelo governo socialista devido à crise financeira que, ao PS, afinal não parece afectar.
Como se tal não bastasse, no mesmo dia, os eborenses voltariam a ser surpreendidos com mais truques do PS, ao depararem com o luxuoso “Outdoor” que, como se de um desconhecido se tratasse e nada de mal tivesse feito ao país e aos portugueses, apresenta Sócrates a pedir confiança para governar, num cartaz que prometeu não colocar, devido à crise financeira em que atolou o país. É preciso descaramento para tanta mentira e truques baixos.
Para além do truque, o PS foi indecente para com os alentejanos que assistiam pelas tv’s ao corrupio das dezenas de autocarros alugados a carregarem imigrantes de Lisboa para um comício de campanha eleitoral, ao mesmo tempo que se vêem privados de apoios as transporte para tratamentos oncológicos e outros, cortados pelo governo socialista devido à crise financeira que, ao PS, afinal não parece afectar.
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| (Fonte: http://31daarmada.blogs.sapo.pt/5068260.html) |
Não satisfeito com este infindável palmarés de indecência, o PS voltou à carga logo no princípio da semana com os brilhantes resultados da execução orçamental do primeiro trimestre de 2011, acrescentando os membros do governo que este tinha colocado Portugal no caminho certo, conseguindo reduzir um impressionante e desarmante valor na execução da despesa, o que retiraria valor à evidência que a oposição (toda ela, curiosamente) pretendia afirmar ser culpa do governo.
Vai daí, imediatamente a UTAO (Unidade Técnica de Apoio Orçamental), constituída no Parlamento para evitar a recorrente manipulação orçamental do governo socialista, vem revelar que a mentira do governo e do PS continua, até ao último dia de governação socialista, a ser a única certeza com que os portugueses podem contar daquelas bandas. A UTAO mostra que o governo adiou despesa pública durante o primeiro trimestre para melhorar o défice, manipulando a execução orçamental com fins eleitoralistas, em mais de 200 M€.
Para além de não pagar as normais aquisições de serviços feitas em vários Ministérios e Serviços do Estado, ao longo do primeiro trimestre de 2011, aumentando assim a dívida que o próximo governo terá que pagar quando tomar posse, os socialistas deixam ainda outra factura deste período do ano: a retenção de descontos de IRS dos funcionários da GNR e PSP, segundo os jornais económicos.
Merecem os portugueses tamanha indecência na manipulação e instrumentalização política dos mais desprotegidos, truques generalizados e mentiras pegadas do PS em campanha e, ao mesmo tempo, um pedido de confiança para os mesmos que conduziram Portugal à ruptura financeira?
A resposta dos portugueses no 05 de Junho só pode ser esclarecedora, para o bem de Portugal.
2011-05-26
2011-05-21
TODOS OS PROGRAMAS ELEITORAIS DEFENDEM PORTUGAL?
Vários são os economistas da área do PS, incluindo ex-governantes mais recentes ou longínquos, que têm manifestam publicamente o seu apreço e concordância pelo programa que o PSD apresenta aos portugueses nestas eleições: não só realista e verdadeiro, como também corajoso e adequado à situação do país. O programa do PSD enquadra-se na linha do é necessário fazer de imediato, para que Portugal honre os seus compromissos, que assumiu com a troika internacional, a troco da ajuda externa que permite resolver as despesas imediatas do Estado, cujas finanças o PS arruinou.
Os mesmos ex-governantes e outros igualmente reputados economistas alertam ainda para a urgência de que se comecem desde já a aplicar as medidas do acordo, com vista a que possamos cumprir os compromissos até 2013, sob pena de pormos em causa uma parte da restante ajuda financeira que aguardamos, coisas com as quais o PS não parece preocupado, nem mesmo no que toca a honrar o acordo assinado. A única preocupação do Governo do PS, com Sócrates à cabeça, são as dezenas de inaugurações por esse país fora, carregados de figurantes arrastados em autocarros, em despudorada campanha eleitoral com recurso a todos os meios públicos que seja possível.
O PS é assim, dos 3 partidos em campanha que se comprometeram com o plano de ajuda financeira internacional, o único que não pretende cumprir o acordo, mais que evidente no facto de ter apresentado um programa eleitoral anterior ao fecho do mesmo e que não está em linha com ele, o qual não corrigiu até ao momento. É esse o programa eleitoral com que o PS diz defender Portugal?
O programa eleitoral do PS é uma fantasia, cor-de-rosa, sem ideias novas e sem qualquer realismo, onde nem o valor do défice foi corrigido de acordo com as últimas revisões a que o Eurostat obrigou o Governo a proceder, como a revista Visão bem demonstrava recentemente. Trata-se de um prolongamento das mentiras que coloriam a situação do país no programa do PS em 2009, quando o cenário mundial e nacional era já mais que negro. A ideia de que o realismo do PSD sobre o estado da Nação configurava um pessimismo prejudicial, resultou na condução do país à bancarrota num espaço pouco superior a 1 ano de governação socialista.
Para além de 2009, já em 2005 o PS ganhou as eleições com um pequeno punhado de promessas irrealistas, demagógicas e sem qualquer ponta de adequação ao que o país precisava para crescer economicamente e criar emprego sustentável e, volta agora o mesmo PS a apresentar um programa que em nada toma em conta a crise a que a sua governação conduziu o país e que por isso se revela inadequado e incapaz para retirar o país dessa mesma crise.
Após 3 ciclos governativos falhados e sem que reste qualquer benefício de dúvida que possa ainda ser invocada pelo PS junto dos eleitores, estarão os portugueses dispostos a contribuírem com a sua escolha eleitoral para que Portugal agrave a sua situação económica e financeira no curto prazo e caia na situação que a Grécia hoje já está, por ter escondido dívida pública e negócios ruinosos do Estado, tal como o PS está a fazer por cá? Ou antes estarão dispostos a dar oportunidade a outras forças políticas e a outros actores para aplicarem medidas de programas que são realistas, exequíveis e adequados à situação que o país enfrenta?
As opções são bem claras e levarão os portugueses a assumirem as suas responsabilidades eleitorais, para um ciclo de governação de 4 anos, sendo certo que deverão tomar consciência da gravidade da situação e que é àqueles em quem confiarem, durante esse período, que deverão pedir contas e não a outros.
2011-05-19
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