2010-10-27
2010-10-25
2010-10-24
2010-10-23
2010-10-22
O ORÇAMENTO DE ESTADO 2011 DEFENDE O INTERESSE NACIONAL?
O PS não pára de ensaiar uma fuga à responsabilidade pelo desastre governativo de 2 ciclos de 6+6 anos de guterrismo e socratismo, que conduziram Portugal à beira do abismo. A estratégia nacional e local é a mesma: procurar bodes expiatórios para a errática e incompetente governação, porque a culpa será sempre de alguém, menos de quem (não)governou.
As campanhas para as eleições legislativas e autárquicas serviram de palco a um desenfreado ataque ao PSD e ao seu suposto pessimismo e derrotismo, com o qual, dizia o PS, não se desenvolve o país nem os seus concelhos, nem se criam empregos. Escondendo a crise, falseando as contas públicas, empolando as receitas municipais, assumindo compromissos sem dinheiro em Portugal e nos diversos concelhos socialistas (as consequências sentem-se agora em alguns deles como o Alandroal), elevando o défice para níveis nunca antes vistos e o endividamento externo para a insustentabilidade, tudo valeu para que o PS ganhasse eleições onde e como podia.
O descaramento foi que a todos os que criticaram o PS, este respondia com a acusação de falta de patriotismo. Mas a tónica de discurso manteve-se após as eleições, quando a factura para pagar chegou aos contribuintes e os cúmplices do crime (com o também já refugiado Constâncio) salvaram o seu futuro: i) ser patriota é atacar as agências de “rating” porque especulam sem que alguma razão exista, dado o rigor e transparência da governação socialista em Portugal e nos seus municípios e ii) exigir à Alemanha que gaste as poupanças do seu trabalho e nos envie os € ganhos pelo seu povo com esforço, para que nós possamos continuar no regabofe socialista por mais outros tantos anos e campanhas eleitorais, porque a solidariedade é, para os socialistas, dever de partilha por quem tem, sem qualquer responsabilização de quem recebe.
A defesa do interesse nacional, dizem os socialistas portugueses, passa por sermos todos solidários com as suas asneiras, cometidas contra tudo e quase todos, em benefício deles e dos seus protegidos, à custa dos nossos impostos, dos milhões de € diariamente recebidos da União Europeia e, da aniquilação do nosso futuro. Patriotismo, dizem os socialistas é calarmos e aguentarmos a sua repetida incompetência (des)governativa e unirmos esforços no suporte das medidas difíceis que agora (todos e não apenas eles) teremos que suportar.
Objectivamente, antes deveremos pensar como os outros olham para nós, qual a capacidade que avaliam ao Governo na gestão de milhões de € que recebe diariamente dos fundos comunitários, que nenhuma reforma estrutural conseguiu fazer em 12 anos e que já não tem a confiança da maioria dos portugueses desde Setembro de 2009, tal como não merece a confiança dos agentes financeiros internacionais. A pergunta que deve ser feita, é se algum de nós emprestaria o seu dinheiro a um governo (logo, esperando reavê-lo e por isso manifestando confiança na capacidade da sua devolução mais tarde, acrescido dos respectivos juros) que tem elevado o risco de comprometer definitivamente o pagamento do que já devemos até agora. Com ou sem OE 2011 aprovado, veremos como reagem os mercados internacionais e se termina a sua actual desconfiança.
2010-10-21
2010-10-20
PARA UMA OBRA QUE SE PAGAVA A SI PRÓPRIA, É MESMO OBRA ... DA INCOMPETÊNCIA!
Governo admite antecipar portagens nas restantes SCUT agência financeira
As declarações do Ministro, nesta mesma notícia, de que [... para o ministro, o sistema de cobrança de portagens nas antigas SCUT «introduz equidade», sendo certo que o Executivo não pode governar ao «sabor de pressões» de grupos económicos.] são mesmo de alguém, como dizia Marcelo, que está sempre "aluado", pois não tem na mínima conta que quem prometeu a sua gratuitidade foi o Governo socialista anterior, do PS, e os governos de Guterees, que criaram o problema, ao prometerem o impossível.
2010-10-19
2010-10-18
2010-10-17
A LER E REFLECTIR
"Dois padrões de comportamento", no Cachimbo de Magritte
"... mostrar serviço", no 31daarmada
"Os critérios dos "media" portugueses", no Clube das Repúblicas Mortas
"Os boys e os tachos do PS", no Expresso
"O beco sem saída do PSD", no Albergue Espanhol
"Previsão", no Blasfémias
"Um país viciado no socialismo", no Insurgente
"... mostrar serviço", no 31daarmada
"Os critérios dos "media" portugueses", no Clube das Repúblicas Mortas
"Os boys e os tachos do PS", no Expresso
"O beco sem saída do PSD", no Albergue Espanhol
"Previsão", no Blasfémias
"Um país viciado no socialismo", no Insurgente
SÓ AGORA, AO FIM DE 6 ANOS?
Extinção e fusão de organismos vai poupar 100 milhões
Então porque não foram exteintos na "reforma" falsa do PRACE que foi apregoada com tanto sucesso?
E quanto se gastou nestes 6 anos que poderia ter sido poupado? Não será a despesa efectuada maior do que a poupança agora conseguida? De quem é a culpa: da oposição?
Será que algun destes foi criado depois de 2005? E os que o foram, para encaixar os boys do PS sem competência nem habilitações em muitos casos, são excepção a manter?
A DICA QUE FALTAVA PARA A FUGA DESEJADA
Governo assume nova recessão no Orçamento de 2011
Os homens já reconheceram a sua incapacidade e querem fugir outra vez, agora do pântano.
Chumbem o Orçamento, deixem-nos ir e chamem o FMI.
2010-10-16
2010-10-15
QUEM TEM MEDO DO FMI?
Ao longo de 15 anos, os vários governos socialistas criaram uma gigantesca crise financeira e económica (decorrente dos encargos actuais) das quais o PS se alimenta. O actual governo do PS, pelas invulgares, desprezíveis e repugnantes particularidades do PM, estão à vontade neste pântano em que não só sobrevivem como engordam mesmo.
Ao fim de 3 pedidos de sacrifício na qualidade de vida dos portugueses num curto período de tempo, as agências financeiras internacionais continuam a não acreditar nas medidas que são repetidamente anunciadas pelo PS mas que teimam em não produzir resultados.
Depois de 5 anos de maioria absoluta de um governo que teve a oportunidade de executar as reformas estruturais necessárias ao reequilíbrio das finanças públicas cujo descalabro tinha sido iniciado por Guterres (com os encargos das SCUT, submarinos e outros que hoje começamos a pagar), o PS e o Governo parecem surpreendidos com o facto de sermos o único dos Estados europeus em dificuldades onde a despesa pública continua a crescer ao longo de 2010, em vez de diminuir, levando à desconfiança dos mercado financeiros, por culpa da incompetência governativa e não da oposição, muito menos do PSD, que não é Governo, nem responsável pelo descontrolo da despesa pública.
Perante isto, o PS, como fez em 2001, pretende a todo o custo fugir às suas responsabilidades e aos danos que está causar ao nosso futuro, tudo fazendo para que o PSD chumbe o Orçamento de Estado para 2011 e assuma a governação do país num estado lastimável e exigindo a curto prazo a tomada de medidas drásticas que o PS não quer executar mas cuja necessidade resulta da sua estrita incompetência e mesmo maldade.
Perante isto, a questão que se põe é a seguinte: com indicação de que, com este ou com outro governo que se siga num quadro condicionado, as metas do défice não virão a ser cumpridas para 2010 (o que compromete desde logo as de 2011), devido à falta de disciplina e de competência deste governo para implementar os PEC I, II e III, o que se segue? Logicamente que só a entrada do FMI para disciplinar o país e drenar o pântano socialista, cuja infestação acelerou nos últimos 6 anos.
O que tem de mal tal solução? A não ser o governo socialista que (apesar da crise da qual não parece ter consciência, continuando a não dar contas do PEC II) continua a comprar aviões, a brincar aos comboios TGV, a admitir milhares de novos funcionários para a Administração Pública, a criar estruturas duplicadas no Estado para encaixar os seus boys (muitos deles acumulando reformas e vencimentos, ambos chorudos), não vejo inconveniente.
Não serão certamente os comuns funcionários públicos que continuam a trabalhar efectivamente (apesar de serem muitas vezes dirigidos(?) por chefias sem competência, nomeadas sem concurso ou através de concursos viciados) verem reduzidos os seus direitos de protecção na saúde e na assistência social, no vencimento e na progressão na carreira apesar de cumprirem os objectivos de produção, que lamentarão a vinda do FMI. Também não serão os pensionistas do regime geral com baixas pensões a quem o governo socialista reduz a comparticipação nos remédios e nos tratamentos para as suas doenças que lamentarão a entrada do FMI em Portugal.
Se o PEC III se sustenta em medidas de austeridade que foram sugeridas e elogiadas pelo FMI, e se este Governo já vai em 3 tentativas sem resultado, revelando-se incapaz e incompetente para tirar frutos dos PEC I, II e III, então que venha o FMI para que as medidas de austeridade sejam efectivamente estendidas a todos os portugueses, a todas a classes profissionais, a todas a estruturas do Estado e também a todos os boys do PS e não apenas aos 600.000 desempregados nem aos 2 milhões de pobres. Com o FMI, haverá mais justiça na austeridade e maior confiança dos mercados financeiros internacionais nas medidas que serão tomadas, o que hoje não acontece.
Se para tal for necessário chumbar o Orçamento de estado de 2011, então que seja, a bem do interesse nacional e não do interesse de alguns à custa de outros.
2010-10-14
É PARA ISTO QUE SE DEVE APROVAR O ORÇAMENTO DE 2011?
É apenas distracção minha, ou o Governo disse ter feito mil e uma reformas estruturais, entre as quais a da Administração Pública, cujo PRACE mandou mais de 3.000 funcionários para casa porque não eram necessários nos serviços públicos?
O que pensarão deste tipo de notícias os analistas de mercados das agências internacionais de investimento? Que confiança e credibilidade inspira este Governo nos mercados de capitais, ao fim de 6 anos de puro descalabro? A propósito da votação do Orçamento de Estado, o conselho vem do Tiririca: pior do que está, não fica ...
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