2010-10-09
2010-10-07
2010-10-05
2010-10-03
QUEM É O RESPONSÁVEL PELA DESCONFIANÇA DOS MERCADOS FINANCEIROS? O PRIMEIRO MINISTRO DESTE PAÍS É UMA ANEDOTA QUE ENVERGONHA PORTUGAL!
24 De Novembro de 2009 – “A principal preocupação da política económica do Governo é a recuperação económica e o emprego. Nesse sentido, não é compaginável com esses dois objectivos um aumento de impostos”, afirmou José Sócrates;
2 De Fevereiro 2010 – "Vamos fazer uma consolidação orçamental baseada na redução da despesa e não através de aumento de impostos, porque isso seria negativo para a economia portuguesa".
8 De Março 2010 – "O Governo vai concentrar-se na redução da despesa do Estado, tarefa que é provavelmente a mais difícil e exigente. Mais fácil seria aumentar impostos, mas isso prejudicaria a nossa economia".
30 De Abril 2010 – Sócrates garante que não há aumento de IVA. "O que vamos fazer é o que está no PEC. A senhora deputada vê lá o aumento do IVA? Não vê", disse o primeiro-ministro no debate quinzenal no Parlamento, perante a insistência da deputada do Partido Ecologista "Os Verdes", Heloísa Apolónia. "Estamos confiantes e seremos fiéis ao nosso programa. São essas medidas que importam tomar".
12 De Maio 2010 – "Portugal registou o maior crescimento económico da Europa no primeiro trimestre deste ano. Portugal foi o primeiro país a sair da condição de recessão técnica e o que melhor resistiu à crise".
16 De Junho 2010 – O primeiro-ministro, José Sócrates rejeitou, em Bruxelas, o cenário de redução de salários na função pública, afirmando acreditar que as medidas já adoptadas pelo Governo são suficientes para atingir os objectivos orçamentais em 2010 e 2011.
24 De Agosto 2010 – “Entre Janeiro e Junho, a nossa economia cresceu 1,4 por cento, face às estimativas de 0,7 por cento para o ano inteiro. Nestes seis meses, o crescimento da economia que se verificou em Portugal foi o dobro do previsto pelo Governo no início do ano”, afirmou o primeiro-ministro em Vale de Cambra.
2010-10-02
A AUSTERIDADE INJUSTA DUM GOVERNO INCAPAZ
O 3º pacote de medidas de austeridade que este Governo já anunciou, revela-se profundamente injusto para os portugueses, pelo facto de carregar fortemente sobre a classe média e as famílias portuguesas, sem que o núcleo do problema da despesa seja verdadeiramente atacado. Reduzir em 10% o vencimento de um casal de funcionários públicos que tenha 2 filhos a estudar no ensino superior, afectando o seu rendimento em mais de 500€, para compensar a irresponsabilidade dos aumentos da função pública na campanha eleitoral de 2009 e dos quais esse mesmo casal não beneficiou, é de uma injustiça que não lembraria a ninguém, muito menos se esperaria dos socialistas.
Mas, manter intocáveis as reformas milionárias de mais de 5.000 ex-funcionários públicos que chegam a rondar os 8.000€ ou as reformas de ex-quadros do Banco de Portugal que chegam aos 10.000€ (o insuspeito Silva Lopes já o denunciou várias vezes), sem esquecer os ex-governantes e ex-políticos que ainda continuam no activo e a receber reformas inacreditáveis, é verdadeiramente revoltante.
Toda essa injustiça resulta de uma total incapacidade governativa do PS em controlar a despesa pública, sendo Portugal o único país dos Estados europeus em dificuldades onde a mesma continuou a crescer em 2010, apesar do 2º pacote de medidas de austeridade. Reconhecer o falhanço do PEC II e a incompetência do Governo na redução da despesa pública que o mesmo previa, é uma questão objectiva e que faz parte das contas do INE e dos organismos internacionais, nada tendo a ver com sectarismo partidário na análise.
O fundo de pensões da PT enquanto medida extraordinária de recurso para equilibrar as contas públicas e cumprir o objectivo do défice das mesmas, que o PS tanto criticou ao PSD, confirma a incompetência de um Governo que não foi capaz de travar a admissão de boys para os vários serviços públicos (vejam-se os Governos Civis que o PS prometeu extinguir), a criação de cargos de chefia feitos à medida dos militantes do partido, e as centenas de novos organismos que foram criados para alimentar toda esta clientela rosa.
O contribuinte e a classe média pagam agora a desgovernação e a incompetência socialista, que daqui a um ano, por esta altura, se os portugueses insistirem em deixar-se enganar, estarão novamente a sobrecarregar os portugueses com nova austeridade, para reduzir o défice em 2012 e corrigir os resultados não conseguidos em 2011.
Por agora, tocou mais aos salários públicos acima dos 1.500€, mas, nessa altura, veremos se não toca a muitos mais, que hoje se julgam excluídos desses injustos sacrifícios.
2010-10-01
UNANIMIDADE SOBRE O ESSENCIAL NA FREGUESIA DO BACELO EM ÉVORA
Sob o lema “Mobilidade Mais Inteligente – Uma Vida Melhor!”, decorreu de 16 a 22 de Setembro a semana Europeia da Mobilidade. Na tradição de anos anteriores, a Câmara Municipal de Évora aderiu à iniciativa promovendo animações de rua, debates radiofónicos, teatros e caminhadas organizadas, culminando com o habitual “dia sem carros”.
O espírito festivo que a Câmara Municipal quis dar a esta iniciativa poderia ter sido outro, menos mediático e mais pragmático, indo de encontro à preocupação com que os residentes e autarcas eleitos na Assembleia de Freguesia do Bacelo encaram a problemática da mobilidade. Para nós, mobilidade “ mais inteligente” só pode ser comemorada quando esta efectivamente existir e estiver assimilada no estilo de vida dos Eborenses.
Até lá, de que serve comemorar a mobilidade quando em pleno Século XXI uma freguesia com a dimensão e importância do Bacelo se vê literalmente cercada e inacessível a quem pretende deslocar-se a pé para o centro histórico ou para as restantes freguesias vizinhas.
As vias que ligam a Freguesia do Bacelo ao centro histórico revelam e espelham bem o estado desastroso da mobilidade na nossa freguesia. Caminhar na Estrada da Chainha, na Estrada da Igrejinha, na Estrada das Salvadas, na Estrada Nacional n.º 18 (Frei Aleixo) ou na Avenida Lino de Carvalho pode tornar-se num exercício verdadeiramente perigoso. A inexistência de passeios continuados e de um sistema de iluminação aumentam o risco de atropelamento e o sentimento de insegurança.
Porque entendemos que a mobilidade deve ser algo sustentável e presente no quotidiano de uma sociedade que se pretende moderna e ecologicamente responsável, a Assembleia de Freguesia do Bacelo, reunida a 28 de Setembro de 2010, delibera:
Manifestar junto da Câmara Municipal de Évora a sua preocupação relativamente às deficientes condições de acessibilidade da freguesia ao centro histórico da cidade;
Recomendar à Câmara Municipal de Évora que assegure no orçamento de 2011 um maior esforço de mobilização de meios e recursos para resolução do problema;
Évora, 28 de Setembro de 2010
A Assembleia de Freguesia do Bacelo
Os eleitos do PSD na Assembleia de Freguesia do Bacelo
A ISENÇÃO COMPROMETIDA DO CANDIDATO ALEGRE
Aos Presidentes e candidatos socialistas tudo é permitido. Aos que não sejam dessa cor, não. Nos tempos de Soares e Sampaio, Alegre tinha um problema na voz que o impediu de fazer criticas deste tipo?
A avaliar por esta amostra, que isenção e rigor poderiam os portugueses esperar de Alegre na presidência?
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