2010-05-20

ESTÁ PARA NASCER O GOVERNO QUE MAIS QUEIRA CONTROLAR A JUSTIÇA

NÃO HÁ PACIÊNCIA PARA OS INCOMPETENTES. SÓ POR ACASO, DO PS!

Alguém que não seja sectário e cego politicamente terá ainda coragem de defender (e também, lamentavelmente, de não censurar, mesmo que e só pelo silêncio partidário, o que levanta desde logo bastantes dúvidas sobre "esse" tipo de patriotismo), ou mesmo calar-se e permitir este tipo de actuação nas últimas semanas?



Uma nulidade que há anos nos explora os impostos para nada fazer a não ser dar o aval à incompetência dos seus e permitir que o abismo se aproxime mais rapidamente do país, só agora, depois de ter garantido um tacho bem remunerado no BCE, vem finalmente dizer alguma coisa que todos já sabíamos desde 2005 e que ele calou, escondeu, omitiu, silenciou e validou?

Bem, talvez esta amostra de qualquer coisa que não consigo qualificar estivesse à espera de ver subir o seu salário mensal, para se dignar algum esforço. Talvez considere que, dada a sua grande dimensão, em Portugal, no BP, o seu salário era pouco motivador.

Na minha opinião, cada um dos milhares de € que ganhava por mês representa exactamente esses milhares em excesso para o que vale o seu "trabalho", que nunca vi. Nem um cêntimo.

Que vá e não volte. O pior que Portugal pode fazer é obrigar o BCE a ficar com ele. Não acredito que queiram ...

ESTES SÃO OS QUE FALAM VERDADE E SÃO OPTIMISTAS. BENFEITORES? AINDA LÁ TERÃO MALFEITORES PIORES?

TODO O PSD CONCENTRADO NO FUTURO DO PAÍS

A POLÍTICA DE VERDADE CONTINUA ALVO A ABATER


ESTÁ PARA NASCER O PARTIDO QUE MAIS DESCREDIBILIZOU O PARLAMENTO

PSD VIGILANTE

2010-05-07

SITUAÇÃO FINANCEIRA DO MUNICÍPIO MUITO PREOCUPANTE PARA O FUTURO DE ÉVORA

Aos vereadores da Câmara de Évora foi há pouco tempo apresentado um relatório de Auditoria Financeira da Inspecção Geral de Finanças (IGF) às contas do período 2005-07 (datado de Maio de 2009) que revela uma situação de desequilíbrio financeiro e aconselhava, já no final de 2007, à tomada de medidas para o saneamento financeiro do Município de Évora.

O PSD teme que a situação financeira do Município seja hoje bem mais preocupante, após uma campanha eleitoral autárquica do PS que transferiu o despesismo eleitoralista para o Orçamento de 2010, sustentando este numa certa previsão de receita que revela entretanto níveis de execução bem inferiores ao já de si fracos 57% registados em 2009.

A repetida violação do princípio de equilíbrio orçamental foi denunciada pelo PSD em todas as discussões de orçamentos municipais, por desconfiar do desequilíbrio financeiro que agora comprovado é pela IGF, resultado de 36 anos de desastrosa gestão na Câmara de Évora.

Demos o benefício da dúvida a quem teimou em inscrever despesa que dificilmente seria compensada com a receita prevista, o que veio a verificar-se. O resultado é que o Município de Évora não conseguiu cumprir os compromissos a que se obrigou, agravando cada vez mais os prazos de pagamento a fornecedores. Agora, cabe ao PS explicar porque insistiu no erro para que foi alertado pelo PSD e como pretende resolver a preocupante situação financeira do município, no qual não observamos qualquer plano de redução efectiva de despesa, já sugerido várias vezes pelo PSD.

Desconfiamos que a situação seja hoje mais preocupante que em 2007 porque se agravaram substancialmente os desequilíbrios financeiros nos anos seguintes e porque o Município de Évora está agora sem qualquer capacidade adicional de endividamento por ter sido atingido em Março de 2010 o limite máximo de endividamento líquido previsto na Lei das Finanças Locais. Os proveitos municipais não foram suficientes para fazer face aos custos de funcionamento de 2009 e por isso, sem capacidade adicional para obter financiamento, será muito difícil levar a cabo qualquer investimento no concelho, por parte do Município de Évora, apesar das inúmeras promessas eleitorais do PS, diminuindo a capacidade de atrair investimento que poderia combater o elevado desemprego que não pára de crescer.

Évora, Maio de 2010
A COMISSÃO POLÍTICA DO PSD DE ÉVORA
O VEREADOR DO PSD NA CÂMARA MUNICIPAL DE ÉVORA

2010-04-11

ANTÓNIO DIEB NO CLUBE EBORENSE

O CLUBE EBORENSE tem o prazer de convidar V. Exa. para o próximo jantar-debate, subordinado ao tema “Reflectir sobre Évora”, que se realiza no dia 22 de Abril de 2010 (quinta-feira), pelas 20 horas, no Restaurante Vauban.
O Dr. António Costa Dieb, Sociólogo/Gestor, Presidente da Comissão Política Distrital do PSD de Évora e Vereador da Câmara Municipal de Évora, será o nosso convidado de honra.
A apresentação do orador convidado ficará a cargo do Prof. Doutor José Carlos Bravo Nico, Docente do Departamento de Pedagogia e Educação, da Universidade de Évora, Deputado à Assembleia da República, integrado no Grupo Parlamentar do Partido Socialista, e membro efectivo da Comissão Parlamentar de Educação e Ciência.
O custo do jantar é de 20,00 Euros por pessoa. O pagamento poderá ser efectuado à entrada do jantar, onde um conjunto de voluntários efectuará a cobrança.
Agradecemos a confirmação da sua presença através de um dos contactos abaixo indicados, referindo: Nome, Profissão e Contacto Telefónico.
Contactos do Secretariado: Emails: clubeborense@gmail.com ou vitor.alberto.rosa@gmail.com
Tlm: 933266792 / 969279489

2010-04-01

PODERIA ESTE PEC TER SIDO EVITADO? SIM, MAS NÃO PODERIA TER SIDO A MESMA COISA. NEM ESTES GOVERNANTES …

O PEC agora apresentado vem reduzir os apoios sociais e aumentar os impostos, castigando uma classe média que tem a maior carga fiscal alguma vez vista, a braços com um nível de endividamento bancário pioneiro em Portugal e a ameaça de subida das taxas de juro ainda este ano.


Como chegámos aqui já sabemos: estímulo ao gasto de tudo o havia em casa e nos bancos ao longo de 6 anos de guterrismo sem proceder a qualquer reforma estrutural da economia e da Administração Pública, em tempo de vacas gordas, ilusão dos portugueses, com objectivos eleitoralistas e de conquista do poder a todo o custo, com o socratismo. Pedir agora responsabilidades partilhadas aos portugueses para ministrar um paliativo a um país bem doente nas suas finanças públicas e na sua economia, resultado das desastradas e irresponsáveis políticas socialistas ao longo de 15 anos, é descaramento.


Ao contrário do que nos querem fazer crer, não são os efeitos da crise internacional os que mais contribuíram para a degradação da economia nacional, mas sim outros factores como o descontrolado despesismo eleitoralista do segundo semestre de 2009. Passadas as campanhas eleitorais, a ilusão de um país rico, alimentada pela governação rosa, deu lugar à dura realidade (reportada por toda a oposição) de uma economia com uma debilitada base competitiva ao fim de ¼ de século a receber regulares injecções massivas de capital dos fundos comunitários, que gasta mais do que produz, a cada dia mais pobre e endividado e que vive acima das suas possibilidades, que viu fugir boa parte do IDE que em tempos atraiu, sem esperanças que o mesmo regresse.


A derrapagem das parcerias público-privadas em 30% só em 2009, as obras de fachada e “show off”, o empolamento da estrutura dirigente da Administração Pública directa e paralela, através de novos institutos, fundações e estruturas de missão para encaixar os boys que agora defendem pedir-se à classe média e aos mais pobres, sacrifícios que sustentem os privilégios que muitos deles nunca justificaram merecer pela competência técnica e profissional, eis o contributo da governação socialista para o caos que ameaça o nosso futuro.


A falta de coragem em retratar a realidade ao eleitorado, trocando-a por um ilusório optimismo sem sustentação, que empurrou as famílias para níveis incomportáveis de endividamento, impulsionado pelo consumo interno efémero sem cimentar competitividade na economia, foi durante todo o Guterrismo denunciada como hoje por Medina Carreira, a quem o Governo (composto por muitos dos actuais Ministros e Secretários de Estado) ignorava e continua, varrendo para debaixo do tapete os desastrosos resultados da sua insensatez, que hoje e amanhã vamos pagar, com o PEC recente.


Poderia Portugal ser hoje diferente? Sem dúvida, mas não poderíamos ter tido ontem nem hoje tantos vendedores de banha da cobra a desbaratar os recursos a que acedemos, comprometendo o nosso futuro. E, acima de tudo e desde logo, teríamos que ter sido bem mais exigentes na selecção dos timoneiros que arriscam o naufrágio. A ameaça de catástrofe que se abateu sobre nós era evitável, porque havia outros caminhos, outras opções, outros rumos, outros partidos e outros governantes.
Agora, alguém tem de pagar a irresponsabilidade da governação. Seremos nós mas, parece que poucos se incomodam de pagar continuadamente por um mau serviço. Apesar da necessidade de acelerar a convergência da economia portuguesa, prevê o PEC apresentado que seremos os que menos crescem na União Europeia até 2013, mas o Governador do Banco de Portugal revê logo de seguida em baixa tal estimativa, já para este ano.
Antes, elogiou o rigor e anunciou a credibilidade do PEC e durante tantos anos, só viu coisas positivas na governação socialista. Palavras para quê?