2010-01-16
OS PIORES? LONGE DISSO ...
Há coisas em que até somos bem melhores, por exemplo nos valores conhecidos para os vencimentos no Banco de Portugal, estamos bem melhor que os outros países da Europa.
Que o diga Constâncio, ainda assim insatisfeito e em constante procura de aumento, julga-se que pelo brilhante desempenho em Portugal, por todos notado... Basta recordar como MFL o deixou continuar, pressupondo que tenha sido por esse motivo, ou talvez não?
INTEIRAMENTE DE ACORDO
Há muito que considero lamentável que um país pobre em recursos e parco em capital intelectual verdadeiramente activo, se permita o desperdício do génio e brilhantismo que Marcelo tem, cuja utilidade perante a crise que Portugal atravessa é indesmentível, pelo respeito que merece a honorabilidade sem mácula e a competência inquestionável.
Quando a inteligência assusta a mediocridade envolvente, parece mais que certo um futuro suicida.
E ao PSD, não se aplica o mesmo raciocínio? Sem dúvida e em primeira instância.
2010-01-10
2010-01-09
2010-01-08
2010-01-03
A HONESTIDADE POLÍTICA DEVE IMPERAR NA DIMENSÃO LOCAL
O tema já tinha sido debatido no final do mandato anterior, clarificadas as posições e verificada a ausência de fundamentos que não sejam a demagogia da diversão e procura da dispersão daquilo que deveriam constituir as verdadeiras preocupações de quem governa e se deveria preocupar com a resolução dos problemas locais, a cada dia agravados, vai para 9 anos do PS em Évora.
2009-12-28
2009-12-27
2009-12-26
2009-12-25
UM GOVERNO PROVISÓRIO QUE PREJUDICA DEFINITIVAMENTE O PAÍS
O triste espectáculo a que assistimos nos últimos tempos de confronto parlamentar com a compreensível e já esperada vitimização do Governo e do seu chefe, não pode nem deve ser encarado com leviandade, devido à irresponsável prestação de um chefe de governo que não tem um pingo de perfil para tal.
Já se esperava ainda antes das eleições que, perante o resultado que as mesmas ditaram, esta situação de adiamento da resolução do problemas do país se colocasse, com vista a que o governo minoritário por força da expressão eleitoral dos portugueses que com ele concordam em minoria, procurasse escapar do pântano em que Portugal já se encontra atolado, desde que o PS tomou conta da máquina escavadora em 1995, com todo o elenco que hoje nos continua a (des)governar.
O resultado está à vista do que foram as pseudo-reformas iniciadas em várias frentes e nenhuma delas conseguida até bom termo, antes se assistindo hoje ao desmantelar de todas, revelando (para os papalvos e os conscientes incautos) que o único objectivo do PS é o oportunismo decorrente do exercício do poder a qualquer preço e sem olhar a meios ou ética política para o conseguir. Por isso, as reformas anunciadas mais não constituíram do que propaganda, sem qualquer intenção de resultarem em benefícios para o país:
- A segurança interna sofreu vários abalos em roubo e criminalidade dos quais o país ainda não se recompôs e que se repetirão a curto prazo, mais agravados certamente, futuro da degradação dos meios das forças de segurança interna, por um lado e, do agravamento da desregulação social e económica a que continuamos a assistir;
- As nossas pensões, a suportar pela segurança social, já não serão asseguradas, aApesar de nos obrigarem a descontar para as mesmas mas não nos permitirem escolher sistemas de capitalização alternativos, num esquema em tudo semelhante à fraude Madoff, só que desta vez perpetrada pelo Estado e por isso, legal;
- O Serviço Nacional de Saúde atingiu um volume de défice nunca visto, com perda constante da qualidade do serviço prestado e alargamento dos prejuízos em consequência do novo modelo de Hospitais Empresa;
- As auto-estradas em modelo SCUT onde circulam a cada dia menos veículos acarretam encargos incomportáveis para quem distraidamente se deixar cair na tentação de governar o país a partir de 2013;
- A suposta reforma da educação que nada nem ninguém conseguiria demover tal a sua importância para a recuperação de um lugar ao sol, mais não era afinal do que uma teimosia sobre um certo modelo de avaliação de professores que agora se abandonou em apenas 1 mês sem qualquer outra solução alternativa, apesar de os relatórios da OCDE continuarem a mostrar que os quase 15 anos de governação socialista sob o signo da “paixão pela educação” só nos trouxeram retrocessos no ajustamento das qualificações, indisciplina nas escolas e desmotivação dos profissionais da educação, com o consequente aumento do desemprego nos jovens e degradação da produtividade do trabalho;
- Da anunciada reforma da justiça, julgo que não vale o esforço tecer qualquer comentário, porque os resultados estão, infelizmente, não só à vista de todos como a prejudicar o país inteiro, bastando para compreender esse facto ter em atenção os vários estudos que relacionam a ineficácia da justiça e a produção de riqueza dos países ou a influência do funcionamento do sistema judicial na (não)atracção de investimento directo estrangeiro (IDE);
- A tão apregoada reforma da administração pública (PRACE) resultou numa ofensa e humilhação de agentes e funcionários do Estado que só é comparável aos tempos de Salazar, único governante que se atreveria a levar o SIS e o SIED a assinarem protocolos para infiltrar agentes não identificados em alguns serviços públicos, já para não referir que só por milagre ainda não aconteceu algum dos funcionários incompreensivelmente dispensado para a mobilidade especial não ter ainda chegado a irremediáveis e drásticas vias de facto com os dirigentes e governantes responsáveis pelo seu serviço;
- Na economia e nas finanças então, as reformas foram de arromba, para as multinacionais que todos os dias encerram as suas portas e não mais regressarão, para as micro e pequenas empresas que não recebem pelo serviços prestados ao Estado mas por ele são afogadas em impostos, em nome do suposto equilíbrio das contas públicas que parecia ser o único trunfo dos socialistas mas que como tudo o resto, se revelou em fiasco bem mais doloroso do que seria imaginável, com o maior nível de desemprego e o maior défice das últimas décadas;
Perante tudo isto, como podemos ser contemplativos para com um governo sem rumo nem credibilidade depois de todas as reforças que anunciou mas que abandonou e para as quais não se esforçou minimamente, cujo único interesse é manter-se no poder para distribuir benesses e lugares de poder pelos seus simpatizantes e militantes apesar de assistirmos ao afundamento do país no repetido pântano da governação socialista?
2009-12-24
2009-12-23
2009-12-22
2009-12-19
2009-12-18
2009-12-17
2009-12-16
PERDA DE MEMÓRIA OU DE SENTIDO DE RESPONSABILIDADE?
Quem não se lembra do enorme bom senso que o PS teve para com os 2 últimos Governos do PSD? A isso se chama responsabilidade, para quem não tem princípios, na senda da boa escola soarista para quem tudo vale, desde que seja para arrecadar o máximo proveito e obter o máximo de benefícios para eles, familia, grupo de amigos e partido politico (gupo de interesses no verdadeiro sentido da palavra);
Quem não se recorda do enorme bom senso de Jorge Sampaio, que tanto contribuiu para a estabilidade política do regime democrático no final do seu último mandato? Não restam dúvidas de que foi um Presidente de todos os portugueses socialistas, com crispação instrumentalizada e dirigida, a bem do interesse ... do PS. Alguém ouviu esta eminência sem memória do regime dizer algo então?
E já não falamos na crispação "digna" do outro mentor do bem-estar do regime rosa que foi Mário Soares, incentivador da revolta nacional e da indignação política contra quem tinha legitimidade total para governar em maioiria absoluta, cuja irrepreensível rectidão governante deveria levar a corar de vergonha algum socialista com responsabilidade política em Portugal, nos dias de hoje, se a vergonha e o respeito político pelo eleitorado e por eles próprios ainda fosse hoje média ou mediana, porque moda não seria certamente com esta governação?
Como é possível que alguém possa fazer estas declarações e permitirmo-nos pagar ainda assim para aguentar isto, dele e de Soares, os arautos da tese de que o poder político em Portugal é propriedade do PS? E ainda falam em aumentar impostos aos que já têm que suportar estes ....?
Pelo estado das finanças públicas, precebe-se perfeitamente que governar com um orçamento apenas, ou seja, o do PS, será a salvação nacional, ... de alguns, ... os acólitos socratistas?
Subscrever:
Mensagens (Atom)





















































