2008-02-03

MAIS UMA PROMESSA ELEITORAL DE SÓCRATES PARA O LIXO

Sócrates prometeu em campanha eleitoral a extinção dos Governos Civis.

Chegou ao Governo e esvaziou as suas competências administrativas e burocráticas mas, não os extinguiu, antes reforçou o seu papel de coordenação políticia regional e, pelos vistos, recomeça o seu preenchimento funcional.

Todo um senhor de palavra em que os portugueses podem confiar, este homem que está sentado na cadeira de PM.

HÁ QUE ESPERAR O PIOR EM ÉVORA ATÉ 2009

Resultados de um estudo divulgado pelo jornal Expresso:
Os autarcas que aproveitam a véspera das eleições para abrir ruas, construir rotundas e melhorar escolas são recompensados pelo seu oportunismo.
Esta é a principal conclusão de um estudo de uma equipa de investigadores da Universidade do Minho (em colaboração com um economista da Universidade de Cambridge) que analisou a relação entre a economia e a política nos municípios portugueses (entre 1979 e 2001).
O estudo foi apresentado hoje durante um seminário organizado pelo Instituto de Estudos Eleitorais da Universidade Lusófona do Porto, dirigido por Paulo Morais (ex-vice-presidente da Câmara do Porto).
Francisco José Veiga a sua mulher, Linda, juntaram-se a um académico de Cambridge e coligiram os resultados eleitorais das autárquicas e cruzaram-nos com os indicadores económicos dos municípios. O objectivo foi tentar derivar a relação de dois sentidos entre a margem de vitória dos políticos no poder e a dimensão da distorção eleitoralista da política orçamental em 275 municípios.
E os resultados comprovaram o que estes cientistas sociais já esperavam. Os autarcas oportunistas são recompensados pelo aumento das despesas de investimento feito nos meses que precedem as eleições. Mas o estudo revelou outros dados interessantes: que são os autarcas que prevêm uma eleição mais renhida aqueles que mais distorção eleitoralista provocam no orçamento da sua Câmara.
Aqueles que estão confortavelmente instalados no poder são mais relaxados nesta azáfama de inaugurações e obras.
Os investigadores também repararam que são os autarcas mais oportunistas são os eleitos por partidos à esquerda do espectro político. "Não consegui encontrar numa explicação científica para este dado. Se alguém me quiser ajudar a compreendê-lo, agradeço", afirmou Francisco José Veiga durante a sessão em que falou das relações entre economia e política nas autarquias.
"O oportunismo compensa", concluía o investigador da Universidade do Minho, que já antes tinha analisado o comportamento do eleitorado português nas autárquicas. A equipa que integrou, e que foi financiada pela Fundação para a Ciência e Tecnologia, também reparou que esta tendência de os autarcas gastarem o que têm, e por vezes o que não têm, na véspera das eleições se acentuou ao longo do período analisado (1979 - 2001).
Assim, como também se verifica que o Governo central tende a aumentar as transferências orçamentais nas vésperas de eleições (legislativas ou autárquicas), ajudando assim a amplificar o efeito de distorção do investimento.

A PERDA DA LEGITIMIDADE E DA CONFIANÇA

Depois vem aquela fase em que se é a inspiração do anedotório nacional:

COMO O PS RISCOU ÉVORA DO MAPA EM 6 ANOS

Resumo dos resultados do estudo:
Os concelhos de Lisboa e Albufeira são os que têm melhor qualidade de vida no país, de acordo com um índice elaborado pela Universidade da Beira Interior, a que a agência Lusa teve hoje acesso.
O Índice Concelhio de Qualidade de Vida, elaborado pelo Observatório para o Desenvolvimento Económico e Social daquela universidade, coloca nas últimas posições os concelhos de Vinhais e Sabugal, no Norte e Centro do país.
O índice baseia-se no anuário estatístico de 2004 do Instituto Nacional de Estatística sobre o qual foi aplicada uma metodologia original e inovadora., segundo Pires Manso, professor catedrático da UBI e responsável pelo ODES, autor do trabalho juntamente com Nuno Simões, técnico do Observatório.
Através de técnicas estatísticas mais simples e outras mais elaboradas, como as multivariadas, caso da análise factorial, o índice avalia cada concelho em três factores: educação e mercado de emprego; infra-estruturas; ambiente económico e habitacional.
Lisboa lidera a tabela com um Indicador de Qualidade de Vida (IQV) de 205,07 pontos enquanto Sabugal (Guarda) ocupa a última posição (278ª) com um IQV de 5,29.
Da análise do ranking, e começando pelo topo, é de realçar a posição dos municípios de área da Grande Lisboa e os do Algarve, que ocupam, no seu conjunto, 14 das primeiras 20 posições da lista ordenada, destaca Pires Manso.
Surgem igualmente bem classificados, no grupo dos 20 primeiros, os municípios de São João da Madeira (3º) e Porto (4º), ambos na região Norte, os municípios de Aveiro (10º), Coimbra (15º) e Marinha Grande (16º), na região Centro, e Sines (20º), o município melhor representado do Alentejo, sublinha.
Os primeiros 20 classificados por IQV:
Lisboa 205,07; Albufeira 181,04; São João da Madeira 168,57; Porto 161,05; Sintra 158,73; Lagos 158,51; Cascais 148,57; Lagoa 143,95; Vila Franca de Xira 142,82; Aveiro 142,81; Loulé 141,43; Portimão 140,04; Oeiras 135,78; Faro 134,13; Coimbra 133,45; Marinha Grande 131,56; Vila Real de Santo António 130,86; Amadora 130,32; Palmela 128,77; Sines 128,65.

OPORTUNIDADE

OS COVEIROS DA UE

Um Reitor que não consegue endireitar o barco e um Governo a atirar pedras, serão os responsáveis pela continuada debilitação de uma instituição fundamental não só para a cidade de Évora, mas para todo o Alentejo.
Bem pode o PS fazer mais uma nota de imprensa a recordar-nos o grande contributo do Governo socialista para a defesa do interior do país e para a sua revitalização económica e demográfica.
Segundo a Rádio Diana:
O reitor da Universidade de Évora admite reduzir o corpo docente nos próximos três anos, para cumprir o contrato de saneamento financeiro assinado com o Governo.
O excesso de professores e um “fortíssimo constrangimento financeiro” justificam medidas que não serão exactamente despedimentos, segundo Jorge Araújo.
“Não são propriamente despedimento” disse à DianaFm o reitor, adiantando que “vamos é rescindir contratos com professores convidados e à medida que os contratos chegam a termo, nós não os renovamos”. “Temos também alguns professores do ensino secundário que estão requisitado, teremos também de rescindir essas requisições, portanto, os professores voltam as suas escolas de origem”, disse Jorge Araújo. Segundo o reitor, “existe também a possibilidade de mobilidade especial voluntária”, não havendo “muito mais instrumentos ao nosso alcance para diminuir o número de docentes excedentários”.
Caso seja imposta à Universidade de Évora a aplicação da lei da mobilidade, o governo terá de dar apoio técnico à instituição, diz o reitor. “Se não aconteceria o mesmo que no ministério da agricultura, onde se mandam os funcionários para a mobilidade, depois há uma providencia cautelar e volta tudo atrás”disse Jorge Araújo, considerando que “assim não vale a pena”. A redução do corpo docente deverá realizar-se ao longo dos próximos três anos.
Apesar de reconhecer que a operação de saneamento financeiro da Universidade de Évora é "melindrosa e penosa", porque "colide com legítimos interesses e expectativas pessoais", Jorge Araújo assegura que a reitoria está a "prepará-la com o máximo cuidado".

2008-01-31

O NOVO AEROPORTO E O ALENTEJO

A escolha pela localização do novo Aeroporto Internacional na margem sul do Tejo acarreta desde logo vantagens no domínio da concretização do planeamento logístico nacional, pela facilitação de articulação entre as diferentes plataformas logísticas programadas para o Alentejo e áreas próximas (aeroportuária em Sines, nacional/urbana no Poceirão e transfronteiriça no Caia) e pelo consequente fomento da intermodalidade no transporte de carga e passageiros (marítimo, rodoviário, ferroviário, aéreo), reforçando a importância do corredor central urbano/logístico/industrial que atravessa o Alentejo e liga Lisboa a Madrid.
A constituição de uma cidade aeroportuária em torno do novo aeroporto promoverá uma aceleração na expansão da Área Metropolitana de Lisboa (AML) que, embora criando uma nova centralidade da mesma (Alcochete/Benavente/Montijo), esta será mais próxima do Alentejo e dos seus principais centros urbanos (ex. de Évora, ligada pela Alta Velocidade), facilitando o escoamento da produção regional em direcção aos grandes centros nacionais e europeus de consumo, a localização de novas empresas, os movimentos pendulares diários para efeitos de trabalho, o turismo urbano de Évora e do núcleo turístico do EFMA.
Do ponto de vista do ordenamento do território (no que toca às actividades económicas e ao povoamento habitacional), a nova localização do aeroporto permitirá colmatar uma das lacunas que os organismos internacionais (ex. OCDE) sempre apontaram como entrave ao desenvolvimento territorialmente equilibrado do país: a constituição de uma almofada de tecido urbano-industrial entre a AML e os pólos urbanos do interior de concentração de actividades e população, atraindo empresas e população para uma faixa de continuidade urbana que, tal como em muitos outros países europeus e mais além (ex. Nova Zelândia), poderá constituir-se como o principal motor da geração de novos empregos.
Tal dependerá, em boa medida, da capacidade que Évora, enquanto principal núcleo urbano do Alentejo, demonstre para aproveitar este potencial de estruturação de actividades na envolvente do corredor onde se localiza, nomeadamente no que toca às funções urbano-económicas que possa posicionar-se para preencher relativamente à Área Metropolitana de Lisboa, com vista à sua valorização urbana a gerar a partir dessas funções: residencial, turística, comércio e serviços, logística e industrial.

DIVULGAÇÃO EM NOME DA ÉTICA. MERECE LEITURA E REFLEXÃO

(Clique na imagem para ampliar o tamanho e ler o conteúdo)

2008-01-30

SÓCRATES: O BOMBEIRO INCENDIÁRIO

Poderia dizer-se que saiu o Ministro da Saúde e ficou o refinado super Ministro da Doença: Sócrates.
A técnica é simples e eficaz: primeiro espalhar o virus e depois surgir com o antídoto, qual salvador da pátria.
O problema é que o antídoto só é eficaz por algum (bastante pouco) tempo porque a doença está lá e continua a não ser comabatida devida e eficazmente.
Mais cedo ou mais tarde, as recaídas são de esperar, cada vez mais prolongadas, pela debilidade que afecta o corpo.

COMO EXPLICAR ISTO?

O Presidente da República dá posse a um Ministro assim fragilizado pela suspeita que o próprio Estado tem dele?

2008-01-28

O PS É UMA FRAUDE NA CM DE ÉVORA ... E NO GOVERNO

Antes de aprovada a revisão do PDM de Évora, a CM conseguiu levar a selecção nacional de futebol a fazer estágio em Évora, à conta da criação de infra-estruturas com construção excepcionada face ao regulamento do PDME então em vigor e em fase de revisão.

Estava à vista de todos que se tratava de uma acção esporádica e pontual a que a CM do PS já nos habituou nos últimos 7 anos que apenas pretendeu projectar na comunicação social o Presidente da CM, tal como tinha sido feito antes com o Évora Moda, a Lili Caneças, as novelas das televisões e por aí fora.

Chama-se a isso campanha eleitoral permanente.

Como nem sempre e nem todos têm noção do ridículo (ou então estão a ser demagogos), ainda assistimos a mais umas pelermices como a ideia de que Évora teria ambição de vir a tornar-se num centro de estágios do futebol nacional.

Tal qual um cata-vento, o Presidente da Câmara de Évora tem destes dislates periódicos, tal como antes tinha dito que Évora apostaria e se tornaria num cluster da moda e do design.
Os resultados dos seus dislates, em ambos os casos estão à vista: 30 segundos de imagem na televisão que é o que lhe interessa para continuar a iludir o eleitorado eborense sempre com a máxima de que, "agora é que é".
É o que está a fazer com a aprovação do PDM. E a selecção nacional de futebol também nunca mais regressou a Évora.

Mas, o problema do Presidente da Câmara de Évora agora é mais difícil de contornar e de resolver, pois já não tem desculpa para o que prometeu fazer e se revela incompetente para cumprir: as forças de bloqueio, nomeadamente a santa aliança CDU/PSD não impediram a aprovação do PDM que disse ser essencial para a sua governação.

Por isso, as promessas que fez ao eleitorado em 2005, devem ser todas cumpridas, pois sem entraves maiores, só a sua incompetência justificará o não cumprimento das mesmas.

A caminho do 3º ano do 2º mandato do Presidente da Câmara de Évora, o que os eborenses se devem questionar cada vez mais, é se comparariam um automóvel usado a este homem.

Eu não, desde já vos garanto, porque não me oferece confiança de que não me esteja a enganar, tal como fez com os 45.255 eleitores do concelho de Évora, dos quais 1.705 dos que nele tinham votado em 2001, abriram os olhos em 2005, perceberam o embuste e decidiram não voltar a votar no PS, esperando-se que em 2009 o número daqueles que receiem confiar ao PS uma tarefa tão importante como a gestão do futuro de um concelho como Évora seja bem mais ampliada.

Reflexão de carácter puramente político-partidária, na qualidade de membro da Assembleia Municipal de Évora e de dirigente local de um partido da oposição.

2008-01-19

ÉVORA FACE AO NOVO AEROPORTO INTERNACIONAL

A decisão do Governo de construção do novo Aeroporto Internacional na margem sul do Tejo é francamente positiva e favorável ao desenvolvimento futuro do Alentejo em geral e de Évora em particular.
A constituição de uma cidade aeroportuária na margem sul ampliará a Área Metropolitana de Lisboa que se aproximará de Évora e esta ganhará importância enquanto centro urbano de complemento metropolitano, por um lado, ao passo que a oportunidade de estruturação de actividades de elevado valor económico em toda a envolvente territorial do corredor Lisboa-Badajoz, abre todo um mundo de futuro e esperança para Évora, que é preciso concretizar.
O desenvolvimento do turismo e das principais funções urbanas de Évora exige um executivo municipal realista, visionário, ambicioso e empenhado na avaliação de oportunidades e na ampla interacção e dinamização local e regional com vista à sua concretização.

Mas o marasmo que Évora vive desde há mais de uma década, em resultado da demagogia, da falta de realismo, da ingenuidade e incapacidade do actual e anteriores executivos municipais, constituem sinais preocupantes de ameaça de incapacidade para agarrar o futuro.

Évora precisa agarrar esta oportunidade de atrair novas empresas (o que não acontece há mais de 10 anos) que criem novos postos de trabalho para jovens qualificados, para mulheres e trabalhadores menos jovens e com dificuldades face ao mercado de trabalho.

Évora precisa estancar e inverter um desemprego que cresceu cerca de 60% desde que o PS está na Câmara.

A mudança política na Câmara Municipal em 2009, é determinante para o sucesso do futuro de Évora.

2008-01-16

NÃO HÁ DEMISSÕES NO MAPDR? E VERGONHA TAMBÉM NÃO?

Pode ler-se no resto da notícia do Sol:

Esta semana vários funcionários colocados em mobilidade especial por aquela Direcção Regional receberam cartas da Provedoria de Justiça, em resposta a pedidos de intervenção apresentados ao provedor, a dar-lhes conta de que os procedimentos tinham sido analisados e tinham sido detectados alguns problemas.

Na sequência dos pedidos apresentados e da analise feita, a Provedoria enviou em Dezembro ofícios ao director Regional de Agricultura e Pescas do Alentejo, ao ministro da Agricultura e ao secretário de Estado da Administração Pública a comunicar-lhes as conclusões a que tinha chegado.

No oficio enviado ao director regional e dado a conhecer aos funcionários queixosos, a que agência Lusa teve acesso, é afirmado que «o procedimento de selecção de trabalhadores, realizado na direcção Regional de agricultura e Pescas do Alentejo, no âmbito da reestruturação deste serviço enferma do vício de violação de lei».

Para a Provedoria houve violação da lei porque não foram predeterminados os critérios de avaliação do método de avaliação profissional, o princípio da imparcialidade não foi observado e foi usado o mecanismo de suprimento da avaliação do desempenho.

«A ilegalidade apurada projecta-se, na respectiva medida, sobre a validade do despacho de 19 de Julho de 2007, que aprovou a lista nominativa do pessoal colocado em situação de mobilidade especial», diz o ofício enviado que recomenda a reavaliação dos procedimentos de selecção «à luz das questões de legalidade suscitadas».

No final de Novembro o Provedor de Justiça, Nascimento Rodrigues, já tinha rejeitado o recurso a avaliações de desempenho de «última hora» para a colocação de funcionários públicos na situação de mobilidade especial.

Em causa estava o recurso ao suprimento de avaliação de desempenho - um mecanismo previsto para promoções ou progressões - e que o Provedor de Justiça constatou ser uma «questão de legalidade que se vem colocando de forma transversal».

Esta posição foi assumida pelo Provedor depois de este ter apreciado processos de selecção de trabalhadores para a mobilidade especial no Ministério da Agricultura, Desenvolvimento Rural e Pescas, na sequência de várias queixas recebidas.

O suprimento de avaliação é um mecanismo utilizado quando o funcionário público teve uma situação que inviabilize a avaliação ordinária ou extraordinária, mas para efeitos de apresentação a concurso de promoção ou progressão nos escalões, segundo o decreto regulamentar nº 19-A/2004, de 14 de Maio.

Para Nascimento Rodrigues, «não pode haver classificações de serviço ou avaliações de desempenho de 'última hora' ou a fazer estando o procedimento de selecção [para a mobilidade especial] em curso».

A situação de mobilidade especial traduz-se na inactividade temporária e na diminuição da remuneração. Lusa / SOL

HUMOR SOBRE O SENSO (FALTA DE BOM) DA ASAE

No Jumento, uma peça de humor bem certeira com o título A Igreja Católica na mira dos rangers da ASAE

2008-01-08

O ESTADO EM QUE O ESTADO ESTÁ

A Ministra da Cultura foi uma das primeiras a chegar-se à frente, na palhaçada do PRACE, dispensando funcionários de um Ministério que mantém os monumentos encerrados aos fins-de-semana mas que se diz empenhado em contribuir para aumentar a captação de turistas.
A gruta do Escoural ficou esquecida, encerrada há quase um ano, assim continua. O funcionário que lá trabalhava reformou-se e não foi possível deslocar outro que fosse excedentário no mesmo Ministério ou noutro, numa lógica de acerto e equilíbrio de funcionamento da máquina do Estado.
Os turistas (entre eles os espanhóis) que passam na A6 e fazem o desvio por caminhos manhosos até ao local, batem com o nariz na porta, apesar de terem visto a promoção televisiva do país com as vedetas todas a convidarem à visita.
A imagem com que ficam deste país não será das melhores. Em especial por ser incompreensível aos visitantes estrangeiros que não se encontre solução para resolver a disponibilidade de visita da única caverna conhecida em Portugal, com pinturas e gravuras rupestres realizadas no Paleolítico Superior, classificada como Monumento Nacional.
O pior que pode acontecer a um destino turístico é transmitir ao exterior uma imagem de modernidade, mas manter estruturas sociais, políticas e administrativas dignas de países do terceiro mundo, mais ainda quando se pretende posicionar em novos e mais elevados segmentos num mercado muito concorrencial ao nível ibérico, europeu e mundial.