2007-12-16
TERRENO POUCO FÉRTIL

A VEZ DOS JOVENS APANHAREM DO GOVERNO
O resto da notícia:
Estes limites máximos - designados como Renda Máxima Admitida (RMA) - variam segundo a dimensão do apartamento e as regiões do País em que se situam. Para a região da Grande Lisboa, por exemplo, a renda máxima admitida para apartamentos T0 ou T1 é de 340 euros. Acontece que na base de dados do portal Casa Sapo não existe na cidade de Lisboa qualquer casa que cumpra esse critério.
Isto mesmo pode ser confirmado em casa.sapo.pt, através de uma simples pesquisa no motor de busca. O DN fez isso e confirmou as suas conclusões com fonte institucional do portal que adiantou ainda que para aquela tipologia a renda mais baixa disponível no mercado é de 400 euros, mais 60 do que o RMA.
Assim, em Lisboa, dos 1863 apartamentos disponíveis para arrendamento (com renda anunciada), só 31 têm preços dentro dos intervalos definidos pelo novo programa. São 27 T2 ou T3 e quatro T4 ou T5 (ver tabela). Na cidade do Porto, as conclusões são ainda mais impressionantes: Dos 487 apartamentos para arrendamento na cidade invicta, só um cumpre estes requisitos.
O DN fez ainda o mesmo exercício para duas cidades de menor dimensão: Coimbra e Setúbal. Em nenhuma delas havia sequer um apartamento que cumprisse as con- dições do novo programa.
Vale a pena lembrar, contudo, que os limites para a renda máxima apoiável pelo Porta 65 aplicam-se a regiões mais amplas do que as cidades. Por exemplo, não há limites específicos para a capital, mas sim para a Grande Lisboa, para a qual o DN não fez uma pesquisa. É natural que nas localidades limítrofes a Lisboa se encontrem casas com rendas mais baixas, mas seria de esperar que um programa como o Porta 65 promovesse a fixação dos jovens nos centros das cidades onde trabalham e passam a maior parte do seu tempo.
2007-12-14
DIVERTIDA MAS BASTANTE CRIATIVA E INTERESSANTE ANÁLISE DA POLÍTICA NACIONAL
2007-12-12
2007-12-11
Mobilidade Especial na DRAPAL e MAPDR

Exmos Senhores,
POR FAVOR NÃO NOS ENGANEM MAIS
ESTE NÃO É O PDM QUE ÉVORA PRECISAVA E MERECE
São vários os estudos e reflexões técnicas, provenientes do Ministério da Economia que, ao longo do tempo, têm vindo a identificar a necessidade de, aos níveis local e regional, conceber e implementar acções estratégicas que possam atingir objectivos qualificadores e diferenciadores do produto turístico, entre elas, a compatibilização dos Planos Regionais de ordenamento territorial com os Planos Directores Municipais (PDM’s) e também com os Planos Estratégicos.
A equipa técnica que procedeu à revisão do PDM de Évora, alimentada pela visão egocêntrica do Presidente da Câmara (recorde-se Esta Cidade e Eu), desenvolveu logo desde a primeira apresentação pública do documento, um arrogante e incoerente discurso de defesa e justificação das opções contrárias que tomou, ao arrepio das recomendações da metodologia de planeamento.
O resultado só poderia ser a falta de lógica para a criação das novas centralidades propostas, a insuficiente credibilidade das projecções demográficas, a arbitrariedade posta na expansão do perímetro urbano em vez da requalificação das zonas já construídas, a não opção pela reconstrução, como se faz em toda a Europa monumental.
- O PDM agora aprovado não serve para Évora, pois define uma ideia de futuro que cabe de igual forma em qualquer outro local de Portugal ou do mundo, sem afirmar nem distinguir as suas especificidades;
- O PDM agora aprovado não serve para Évora, pois não encara a cultura e o património enquanto elementos estruturantes da afirmação do turismo e âncoras da sua base económica;
- O PDM agora aprovado não serve para Évora, porque se baseia em pressupostos eleitoralistas que apenas pretendem responder às promessas fantasiosas com que o PS conquistou a Câmara e que ainda não cumpriu ao fim de 6 anos;
2007-12-10
PDM DE ÉVORA?
Na página 10 do Relatório (Volume I - Diagnóstico), pode ler-se:
Estrategicamente devem ser desenvolvidas condições para que o concelho aproveite as oportunidades que hoje se lhe deparam e que se podem sintetizar em três grandes domínios, a saber:
- Aplicação de uma política de solos na cidade e outros aglomerados urbanos que, “tendo como padrão a qualidade e sustentabilidade, permita baixar significativamente os custos de habitação e dos espaços dirigidos ao acolhimento empresarial”(1);
- “Definição da estratégia de afirmação das vantagens e oportunidades para Évora, que resulta da consolidação do eixo Lisboa-Madrid, como primeira prioridade”(2) entre o Norte e o Sul do país e, por fim, com o eixo oriundo da faixa atlântica, visando o reforço da internacionalização da região;
- Dinamização de “uma política que posicione e prepare Évora e o seu concelho para acolher a procura da excelência e da qualidade numa relação de proximidade com a Grande Lisboa”(3).
Ficam, desta forma, sintetizadas as grandes linhas de força que presidem à revisão do Plano Director Municipal e que deverão sustentar a política territorial a implementar no espaço concelhio por forma a criar uma nova dinâmica de Évora.
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(1) Oliveira, J.E. “Esta cidade e eu”. Évora, 2001. Ed. Editorial Bizâncio; (2) idem; (3) ibidem
Em consequência, afigura-se legítimo afirmar que o PDM que agora foi aprovado, não seja tanto de Évora quanto do actual Presidente da Câmara de Évora.
2007-12-09
A FALTA DE VERGONHA CHEGOU A ALGUNS SOCIALISTAS DE ÉVORA
- Se o próprio, que pela incompreensível atitude, pode ou não ter sido de iniciativa própria e vingança pessoal usando para isso o cargo de dirigente na Administração Pública, ou a pedido de outrém;
- Se os seus superiores directos que consentiram e calaram os abusos que o mesmo levou a cabo;
- Se as estruturas locais do PS que, tal como em Felgueiras, na DREN e tantos outros locais deste país, consentem a perseguição política e se preparam para, com o silêncio, sancionar positivamente atitudes prepotentes e persecutórias de dirigentes da Administração Pública cuja necessidade verdadeira reforma é mais que evidente.
Eis o "post" do Jumento:
2007-12-08
EU DIRIA AINDA ...
Eu acrescentaria que:
- O PS anda há 6 anos a inventar desculpas para não cumprir as promessas que repetidamente fez ao eleitorado eborense (em 2001 e 2005), invocando por um lado as forças de bloqueio da santa-aliança CDU/PSD (que mais uma vez e em definitivo, se provou agora não existir) e, por outro lado, o desajustamento do PDM;
- Se a revisão do PDM era tão impeditiva para a excelência que o PS prometeu concretizar em Évora, a partir deste momento não há mais desculpas para que tal não aconteça, sendo o PSD a partir de agora substancialmente mais exigente com o desempenho de um executivo municipal que deixou de ter condições para invocar impedimentos para conseguir e mostrar resultados concretos da governação municipal, quebrando o marasmo de 6 anos;
- O PSD, ainda assim, não acredita que a gestão autárquica do PS seja melhor daqui para frente, relativamente ao que tem sido o desastre das promessas eleitorais vãs e não cumpridas, da demagogia e do show-off quotidianos, da inércia da autarquia, da falta de visão para o futuro, ...
- Só um milagre permitiria ao PS melhorar a gestão da Câmara de Évora pois, apesar de criadas as condições exigidas pelo próprio PS, são fracas as expectativas de que os seus eleitos tenham capacidade para conduzirem Évora para além da estagnação e degradação com que brindaram os eborenses ao longo dos últimos 6 anos.
2007-12-06
PDM DE ÉVORA POUCO AMBICIOSO E SEM ESTRATÉGIA
- O processo de revisão do PDM de Évora que agora terminou, não responde à ideia de futuro e de desenvolvimento que o PSD defende, mas sim à visão (não suficiente) do Partido Socialista para Évora, que ao recusar organizar em simultâneo um processo de planeamento estratégico para o concelho, não permitiu ancorar e sustentar coerentemente o processo de revisão do PDM;
- O resultado final é um instrumento que não reflecte as preocupações e prioridades do PSD para Évora, que compromete boa parte do seu potencial de resolução dos problemas que afectam Évora hoje e dos desafios que o concelho enfrentará no futuro. No fundo, trata-se de um instrumento assente em demasiadas incertezas, fechado sobre o concelho, sem estratégia nem ambição para um futuro de sucesso;
- Apesar de ficarmos com um PDM insuficiente e que está longe do óptimo, pior seria que Évora continuasse na incerteza e paralisia dos últimos 10 anos, cujo PDM já deveria efectivamente ter sido revisto. O PSD considera essencial estabilizar um mínimo de referência orientadora para a vivência de pessoas, entidades e empresas de Évora;
- O PSD não impediu o processo de revisão e, ao contrário do PS que não permitiu a participação durante a feitura do documento, estimulou a discussão pública como única forma de os eborenses participarem efectivamente no mesmo mas, não pode ainda assim o PSD aprovar algo que é manifestamente frágil e insuficiente para o que Évora merece e precisa;
- O PSD foi um partido responsável durante o processo de discussão do PDM, expressando as suas posições sobre o conteúdo do documento sem preocupações propagandísticas, não se aproveitou publicamente das preocupações dos eborenses, escutou-as com atenção e pugnou para que as suas opiniões fossem consideradas no documento final procurando assim o mínimo de melhoria participada;
- A partir de agora, acabaram-se as desculpas do Partido Socialista para os problemas que continuam por resolver em Évora, para as promessas eleitorais não cumpridas, para os investimentos anunciados e que tardam, para os milhares de postos de trabalho prometidos e não criados, para a especulação imobiliária que teima em continuar;
- Criadas as condições exigidas e invocadas pelo PS, depois da aprovação da revisão do PDM, o PSD será criteriosamente exigente com o executivo socialista na Câmara de Évora, mas acreditamos que só um milagre poderia fazer recuperar o marasmo e atraso de 6 anos em Évora;
- É urgente estimular e preparar um novo ciclo de vida para a cidade e para o concelho de Évora enfrentarem com sucesso um futuro exigente face às oportunidades do QREN 2007/-2013 e às transformações em curso nos domínios do desenvolvimento urbano e do ordenamento do território, designadamente no Alentejo;
- O reforço da atractividade e do papel de Évora, enquanto pólo de desenvolvimento regional, na sociedade e economia do conhecimento, a valorização económica do património histórico e cultural da Cidade, o desenvolvimento equilibrado das componentes urbana e rural, com qualidade de vida e sustentabilidade económica, social e ambiental, serão opções incontornáveis no caminho do futuro de Évora;
- Esse caminho consistente e de consolidação gradual pressupõe instrumentos tecnicamente credíveis e politicamente legitimados que suportem as intervenções de médio e longo prazo para fortalecer e qualificar os argumentos competitivos da Cidade: bem-vindo seja o exercício de planeamento estratégico que em breve se iniciará; Reunião Publica Extraordinária da Câmara Municipal de Évora – 05 de Dezembro de 2007
PDM DE ÉVORA - REVISTO E APROVADO
2007-12-04
GOVERNO INSENSÍVEL AOS DRAMAS DOS PORTUGUESES
2007-12-02
LIXO ACUMULADO DEBAIXO DO TAPETE
No passado dia 29 de Novembro de 2007, podia consultar-se no site do Expresso a seguinte notícia, relativa ao relatório anual "Educação para todos" da UNESCO:
2007-12-01
CÂMARA DEVE INFORMAR REGULARMENTE EBORENSES SOBRE A QUALIDADE DA ÁGUA
A Comissão Política da secção de Évora do PSD em reunião desta semana, analisou o recente caso da água para consumo humano em Évora, lamentando que Évora volte a estar em destaque no plano nacional mais uma vez pelas piores razões, com prejuízos para a imagem da qualidade de vida percebida no exterior por potenciais turistas, visitantes, investidores e casais jovens que o concelho necessita atrair e fixar para inverter a continuada perda de população que se faz sentir desde 2001.
2007-11-25
DEVOLVER A AMBIÇÃO MOBILIZADORA AOS PORTUGUESES
O treinador da selecção nacional de futebol, indisposto com as perguntas que os jornalistas dos vários órgãos de comunicação social lhe faziam terminado o jogo com a Finlândia, referia agastado que Portugal está mal habituado. 2007-11-20
RESULTADOS DO TRABALHO DO PSD
2007-11-17
2007-11-09
MANTER VIVAS A ESPERANÇA E A MEMÓRIA
A par do Notícias Alentejo, também a Rádio Diana destacou a notícia do requerimento formulado ao Governo pelo Deputado do PSD (Luis Rodrigues) pelo círculo de Setúbal sobre o andamento do projecto Skylander.- Um primeiro destaque para o facto de o deputado do PSD eleito pelo círculo eleitoral de Setúbal, Luis Rodrigues, se ter revelado ao longo desta legislatura como um político particularmente atento ao Alentejo em geral e ao distrito de Évora em particular, disponivel e empenhado na colaboração com o distrito e com o concelho de Évora. O caso do projecto de investimento SKYLANDER é prova e evidência dessa atenção e empenho, tendo este deputado sido por várias vezes porta-voz das preocupações do vereador do PSD na Câmara Municipal de Évora e do Grupo Municipal do PSD na Assembleia Municipal de Évora;
- Nos vários órgãos da autarquia eborense, os representantes e eleitos em lista do PSD têm desde o início do mandato sido fiéis à sua postura e posições sobre esta e outras matérias de interesse para a vida local: procurar servir as populações sem excessos de clivagens politicas ou partidárias, apoiando o executivo municipal quando se entendem por adequadas as suas propostas e opondo-se quando a isso são levados pelas ideias próprias.
- No que respeita ao projecto de investimento Skylander, o PSD de Évora considera-o de fulcral importância para o Concelho, Distrito e Região e, por isso, têm os seus eleitos locais referido, desde a primeira hora em que o mesmo foi publicitado, que se trata de uma oportunidade única que deve agregar todas as vontades em seu torno, de modo a procurar a sua concretização;
- Os eleitos locais do PSD já manifestaram por diversas vezes em sede de Câmara e Assembleia Municipal a sua total disponibilidade e vontade de ajudar à concretização daquele investimento no concelho de Évora, sendo disso testemunho as várias iniciativas parlamentares como esta levadas a cabo de forma repetida, para além dos contactos e sensibilização dos representantes do PSD em comissões especializadas, apenas como exemplos;
- No PSD de Évora continua-se a acreditar que o projecto é demasiado importante para o futuro do Évora, pelo que dificilmente se aceitará que o seu anúncio tenha constituído apenas uma "arma" de propaganda politica e menos ainda que viessem a encontrar uma desculpa para a sua não concretização;
- Se tal viesse a acontecer, os responsáveis por esse logro teriam necessariamente que ser responsabilizados pelas consequências negativas de tal facto para o desenvolvimento do Concelho, pela frustração das expectativas criadas junto dos cidadãos e pelo descrédito que localmente a política e os seus actores irremediavelmente sofreriam;
- Da parte dos eleitos do PSD, continua o empenho em tentar esclarecer as dúvidas que a todos vêm sendo colocadas pela contradição das afirmações dos responsáveis locais e nacionais, pelo constante anúncio do investimento e seu desmentido com promessa de futuro, sempre firmes e empenhados na vontade colectiva de apoiar a concretização desta oportunidade há muito anunciada.

























