No passado dia 29 de Novembro de 2007, podia consultar-se no site do Expresso a seguinte notícia, relativa ao relatório anual "Educação para todos" da UNESCO:
No passado dia 29 de Novembro de 2007, podia consultar-se no site do Expresso a seguinte notícia, relativa ao relatório anual "Educação para todos" da UNESCO:
A Comissão Política da secção de Évora do PSD em reunião desta semana, analisou o recente caso da água para consumo humano em Évora, lamentando que Évora volte a estar em destaque no plano nacional mais uma vez pelas piores razões, com prejuízos para a imagem da qualidade de vida percebida no exterior por potenciais turistas, visitantes, investidores e casais jovens que o concelho necessita atrair e fixar para inverter a continuada perda de população que se faz sentir desde 2001.
O treinador da selecção nacional de futebol, indisposto com as perguntas que os jornalistas dos vários órgãos de comunicação social lhe faziam terminado o jogo com a Finlândia, referia agastado que Portugal está mal habituado.
A par do Notícias Alentejo, também a Rádio Diana destacou a notícia do requerimento formulado ao Governo pelo Deputado do PSD (Luis Rodrigues) pelo círculo de Setúbal sobre o andamento do projecto Skylander.
BOLSA DE INVESTIGAÇÃO
ASSEMBLEIA DISTRITAL REPROVA PIDDAC 2008 E DESTRUIÇÃO ADMINISTRATIVA DE ÉVORA
Como correu:
Como foi decidido, resultados:
Consequências para o futuro:
Apesar de não ter representação parlamentar eleita pelo distrito de Évora, o PSD não deixa, ainda assim, de defender os interesses deste e das suas populações.O conteúdo da moção segue abaixo:
A Cidade de Évora assenta a sua estrutura económica no sector terciário, com relevância para os serviços desconcentrados da Administração Central.
Ao longo de décadas a centralidade geográfica de Évora foi aproveitada para dinamizar a Cidade como capital administrativa do Alentejo.
Nenhum governo, de nenhuma força política, ousou até hoje destruir esta centralidade administrativa por se entender que isso constitui um factor de diferenciação e desenvolvimento de Évora.
Constitui, aliás, um dos pilares do novo PDM, que se encontra em discussão.
A Câmara Municipal de Évora, condenando a destruição do aparelho administrativo da Cidade, que se evidencia pela extinção dos Serviços Distritais de Finanças, transferência dos serviços do IFADAP e da Autoridade para as Condições de Trabalho, vem publicamente manifestar a sua discordância pela acção do Governo, que por sucessivas decisões políticas, põe em causa o desenvolvimento e sustentabilidade do concelho de Évora.
Évora, 10 de Outubro de 2007
O executivo municipal do Partido Socialista decidiu reorganizar profundamente os serviços da Câmara de Évora, criando a expectativa de que tal servisse para agilizar substancialmente o seu funcionamento, respondendo melhor e em menos tempo aos munícipes eborenses. 
Veja-se o conteúdo da notícia:
A Câmara do Porto vai levar às escolas do concelho 10 pessoas com percurso universitário para que as crianças deixem de ver nos futebolistas e cantores os seus modelos de referência, noticou a Lusa.
«O objectivo é mudar o modelo de referência das crianças, que se vira muito para o mundo do futebol e do espectáculo», disse o vereador da Educação, Juventude e Inovação, Vladimiro Feliz.
O autarca falava à margem da apresentação do plano de acções para 2007/2008 do projecto «Porto de Futuro», lançado em Abril pela autarquia, em parceria com 17 empresas e instituições públicas, para aproximar as comunidades escolar e empresarial.
Vladimiro Feliz referiu que as universidades do Porto, a Católica e o Instituto Politécnico do Porto vão convidar 10 pessoas para relatar as suas histórias de vida, quer presencialmente, deslocando-se a algumas escolas, quer através da gravação de um vídeo a exibir em todos os estabelecimentos de ensino. Além de «chamar os heróis locais às escolas», a autarquia, em parceria com a Direcção Regional de Educação do Norte (DREN), vai desafiar pais e encarregados de educação a apresentarem as suas histórias de vida nas escolas.
Veja-se também como a concordância com a iniciativa não é de oportunismo, antes decorre de perspectiva concordante já aqui defendida por diversas vezes.
Os Governos Civis que o PS prometeu extinguir em campanha eleitoral, continuam aí, em forma e cada vez mais reforçados de poderes. A sua extinção, ditada por razões de ordem administrativa com vista a obter ganhos e melhorias no funcionamento da máquina administrativa do Estado, esbarrou desde cedo após as eleições, nos interesses políticos dos ocupantes do cargo e também nos ganhos de influência quotidiana da máquina partidária do PS e das suas estruturas locais e regionais. O resultado é que, afinal, o Estado não passou a funcionar melhor nas áreas de intervenção dos GC, pois a reorganização não aconteceu por aquelas bandas.
Em contrapartida, em áreas em que o Estado, embora com necessidade de correcções e ajustamentos, ainda funcionava, como é o caso da gestão das contra-ordenações rodoviárias, o Governo decidiu alterar as coisas de forma a que deixassem de funcionar por completo, suprimindo estruturas operacionais por outras inoperantes.
O resultado é que se torna necessário recorrer agora aos GC para operacionalizar funções das quais se vinham libertando há décadas.
O desafio que se enfrenta é o de perceber e se trata efectivamente de uma solução de recurso e emergência, ou se as manobras levadas a cabo são mais reflectidas e servem efectivamente para justificar a existência de serviços cujo destinho se pretende inverter face às promessas eleitorais.
Relatava a notícia referente à imagem acima:
No Jumento: