2006-12-02
A SEGURANÇA SOCIAL REFORMADA, ATACA DIREITOS ADQUIRIDOS DOS PORTUGUESES
2006-12-01
ÉVORA CIDADE QUÊ?
Em mais uma iniciativa da CM de Óbidos de animação do seu Centro Histórico (que não tem dimensão de comparação com o de Évora), esperam-se cerca de 80.000 visitantes dos vários cantos do país durante o mês de Dezembro. Para os acolher, foram construídas infra-estruturas, entre elas os parques de estacionamento (mais de 3.000 novos lugares).2006-11-30
O DISTRITO DE ÉVORA ELEGEU ALGUM DEPUTADO?
GOVERNO PREJUDICA ÉVORA NOS EQUIPAMENTOS CULTURAIS
2006-11-29
O SECTARISMO SOCIALISTA
Barroso assumiu um lugar numa das mais importantes instituições mundiais, prestigiando Portugal com a sua nacionalidade e com o seu desempenho, como se vê agora, porque, de diplomacia (enquanto competência fundamental à construção europeia), ele percebe realmente.
2006-11-27
É doloroso mas fundamental reformar a Administração Pública
AS CONSEQUÊNCIAS DO GUTERRISMO
2006-11-19
TERRA DA EXCELÊNCIA OU DO NADA?

Assustam-me as palavras de Rui Rio recentemente proferidas em Évora, segundo o qual os eborenses só conhecerão o verdadeiro significado de uma gestão autárquica ruinosa após o termo do reinado socialista.
2006-11-18
2006-11-02
DE MAL A PIOR NO DESEMPREGO E NO EMPREGO. URGE A ADOPÇÃO DE MEDIDAS ACTIVAS
Segundo a notícia (DN Online: Portugal é dos que menos investem no emprego), as Políticas passivas têm peso preponderante. As chamadas políticas de mercado de trabalho dividem-se entre as políticas activas de emprego - que passam sobretudo pela formação profissional, incentivos à criação de emprego e de empresas, entre outras medidas - e as passivas, que dizem respeito à protecção social dada aos desempregados, com o intuito de substituir os rendimentos laborais perdidos - que correspondem basicamente ao subsídio de desemprego e às reformas antecipadas.
No que respeita à formação dos empregados (e temporariamente desempregados), ao longo da vida activa, o panorama nacional é igualmente lamentável (Formação ao longo da vida em Portugal está “à beira do desastre” - DiarioEconomico.com), pois, Estudo analisa consequências das políticas laborais revela que Formação ao longo da vida em Portugal está “à beira do desastre” - Estudo analisa consequências das políticas laborais e conclui que Portugal é a economia europeia que menos investe na qualificação das pessoas.
Portugal é, num grupo de 13 países da União Europeia (UE), o que menos investe nas pessoas. De acordo com um estudo publicado pelo ‘think tank’ Lisbon Council, com sede em Bruxelas, a aposta nas qualificações ao longo da vida (educação na família, escola, universidade, formação de adultos, aprendizagem/formação laboral, etc.) foi de apenas 69,6 euros.
2006-10-30
JÁ ERA TEMPO
A importância deste projecto para uma região pobre como o Alentejo é por demais evidente, não só pelo volume de emprego directo que gera, ou pelo que indirectamente induz, mas também pelo tipo de tecnologia que atrai para a região e pela influência sobre a actividade turística regional, ao permitir acrescentar a componente de "ecologia" e amizade com o ambiente ao Alentejo, enquanto destino turístico.
Só um receio me atormenta, que é esse acto tão simbolicamente deprimente para o Alentejo que constitui o "lançamento da primeira pedra" pelos governantes socialistas.
Quem não se recorda daquela primeira pedra da nova fábrica de Mourão que Guterres lançou, enquanto Primeiro-Ministro, aquando do desmantelamento da antiga fábrica da Portucel?
Ou deveremos perguntar quem se recorda dela? É que nunca mais descobriram o seu local, mesmo quando no governo seguinte se iniciou e terminou efectivamente a obra.
Por isso, seria conveniente ter sempre por perto deste tipo de cerimónias dos governantes socialistas um topógrafo certificado para assinalar devidamente o local: para mais tarde (desejo que desta vez não seja tão tarde quanto o habitual da governação socialista) recordar.
2006-10-23
ENIGMÁTICO
UMA BOA INICIATIVA
Pela transparência do funcionamento dos mercados de emprego e de educação.
Pelo aumento das oportunidades de responsabilização das universidades e politécnicos relativamente à autonomia de que disfrutam.
Pelo ganho de informação que resulta em aumento de oportunidades para pais e alunos de muitas das licenciaturas em ensino e muitas outras ganharem consciência definitiva de que é elevadíssima a probabilidade de que nunca venham a exercer a profissão que lhe foi irresponsavelmente "oferecida" no mercado da educação.
Pela maior responsabilização dos corpos docentes de algumas áreas de certos estabelecimentos do ensino superior que, nada mais tendo feito ao longo da vida do que transmitir o que leram mas que nunca exerceram nem praticaram, deverão responder perante o grau de empregabilidade dos alunos que formam, mais do que perante os seus colegas, juris avaliadores dos percursos de gestão interna da carreira.
Pela maior legitimidade dos agentes económicos na avaliação da adequação da missão regional e nacional das entidades do ensino superior, cujo financiamento não poderá continuar a ser o dos impostos daqueles a quem podem não estar a servir ajustadamente.
É tempo de que a transparência seja regra e, a partir de então, todos saberem quem é responsável por quê, devendo cada um ser confrontado com as suas opções.

2006-10-22
2006-10-15
COMO O CHEIRO DA ROSA ALIVIA A DOR ...
Mais Évora: E agora, senhor primeiro-ministro?...
Bem visto pelos que estão atentos, não por causa de qualquer aliança, mas sim para denunciar a incompetência e a vigarice dos que estão a afundar Évora, o Alentejo e o país.
QUE FUTURO TEREMOS...?
Se, com licenciatiras de 5 anos, produzíamos licenciados pouco reputados no mercado de trabalho (segundo os estudos apresentados), o que se traduz aliás numa produtividade fraca comparativamente aos restantes parceiros europeus (a Espanha desde logo), retirando parte da eficácia à argumentação utilizada por alguns de que a culpa da produtividade do factor trabalho é de carácter organizacional e não das qualificações, como vamos convencer agora as empresas de que, com menos tempo de formação, os profissionais formados estão mais bem apetrechados?
Não estamos a falar de algo que se mude de um dia para o outro, mas sim de atitudes perante a vida, perante o valor trabalho, perante a sociedade, que são manifestas (através de comportamentos) numa certa geração que, não sei se é rasca, mas que parece vai estar à rasca e vai deixar o futuro do país nessa situação.2006-10-12
PSD/Évora contra proposta de Lei das Finanças Locais
Notícias Alentejo
A proposta de Lei das Finanças Locais apresentada pelo Governo implicará a redução, para a generalidade dos Municípios, das verbas transferidas do Orçamento de Estado, diz a concelhia de Évora do PSD. 2006-10-07
COMO O GOVERNO HUMILHA O PRESIDENTE DA CÂMARA DE ÉVORA!
Évora, a cidade mais competitiva do país, acaba de obter mais uma derrota, a qual podemos agradecer ao Presidente da Câmara, pelas excelentes acessibilidades (requalificação dos parques de estacionamento, do Rossio de S. Brás, ...), e infra-estruturas (casas de banho públicas, postos de informação turística, ...) que prometeu e (NÃO)construiu em 5 anos e pelo desprezo que angariou do seu partido, que decide desta forma (parece que todos os meses se lembram duma: Região de Turismo de Évora, Congresso do PS, ...) humilhá-lo, através do Governo socialista. 2006-10-06
HÁ OBSTINADOS DE ESTIMAÇÃO
Por isso é que o Presidente da Câmara de Évora continua de cabeça perdida desde que perdeu a maioria absoluta e, sem querer assumir isso, todo o respeito desde então por sua culpa e falta de competência para se colocar no seu lugar (basta ver a humilhação por que passou com as eleições para a RTE, comprometendo a estratégia do seu partido para o objectivo final).- Sim senhor, é verdade que há uma aliança ou coligação ou que palavra essa que o Presidente da CME aprendeu nas frias escolas da URSS durante os longos anos de formação e da qual desertou (mas nunca renegou em boa verdade de princípios) apenas pela ambição de se sentarn numa cadeira para a qual afinal revelou desde cedo não estar à altura. E essa aliança é muito maior do que o senhor pensa: quantos votos perdeu em 2005? É a aliança de todos os eborenses desiludidos com as suas promessas que sabia não poderem ser cumpridas. Acha pouco? Évora, cidade de grande dimensão, merece um Presidente de maior consciência, coerência e arrojo...
- Ainda bem que continua obstinado em insistir nos mesmos erros. É de candidatos assim que a oposição gosta. Faço votos para que se recandidate nas próximas eleições autárquicas, ou, pelo menos, que leve o seu mandato até ao fim e que não fuja (como é escola no seu novo partido) a ser julgado pelo seu "excelente" desempenho nesta bela cidade da "excelência";
- Só espero que o PS local concorde e dê cobertura à sua obstinação, para bem de Évora........
MEDIOCRIDADE E DEMAGOGIA NA CÂMARA DE ÉVORA
Os incompetentes nunca melhorarão, porque são incompetentes para reconhecer a sua incompetência. Dizia João César das Neves há alguns anos atrás.2006-10-04
ÉVORA CAÓTICA NA MOBILIDADE
A Câmara de Évora eliminou centenas de lugares de estacionamento e não criou um único lugar novo em 5 anos;
A Câmara de Évora não tem planeamento urbanístico adequado a facilitar a mobilidade de veículos automóveis, obrigando a população a deslocações permanentes e prolongadas entre a residência, o local de trabalho e os estabelecimentos comerciais. 2006-10-02
2006-09-30
2006-09-26
A BOLHA ...
O mês de Agosto, mês de férias por excelência, pode considerar-se representativo de todo o ano? E podemos confiar na sustentação de um crescimento económico baseado no aumento de um consumo em época de férias para o qual as famílias se vêem já obrigadas a recorrer ao crédito bancário?
E a venda de automóveis novos, que parece ser cada vez menos uma venda ou uma compra, antes assumindo um formato de arrendamento do automóvel cuja proprietário é o Banco, responsável em boa parte pelo aumento do volume de recurso ao crédito bancário, durante quantos meses mais vai continuar a subir, acompanhando a tendência de subida dos preços dos combustíveis?
O BP não vê sinais de fragilidade neste crescimento da economia, mas apenas a retoma?
A história repete-se todos os meses da governação deste executivo, parecendo que o optimismo tomou conta dos relatórios de um momento para o outro, contrariamente ao cinzentismo que marcava o período da anterior governação.
Não vimos já este filme nos tempos de Guterres? Qual foi o resultado?


















