O tempo veio dar razão a Marques Mendes que se manteve firme nos seus princípios, resistindo ao populismo fácil.2006-01-15
O TEMPO AINDA TEM CASAS ONDE MORA
O tempo veio dar razão a Marques Mendes que se manteve firme nos seus princípios, resistindo ao populismo fácil.2006-01-14
NO CENTRO HISTÓRICO DE ÉVORA... NÃO HÁ RECANTO SECO.
Estas imagens, publicadas em (http://jumento.blogdrive.com/) referem-se a uma campanha de sensibilização a decorrer em Gotemburgo.
Diga-se em boa verdade, por demonstração, que o Centro Histórico de Évora, classificado pela UNESCO como Património da Humanidade, bem que merecia idêntica campanha de sensibilização de cidadãos e turistas, onde não é difícil encontrar, a qualquer hora do dia, alguém em "idêntica figura".
A dificuldade estaria no entanto em perceber até que ponto a incapacidade da Câmara Municipal de Évora relativamente à gestão do seu Centro Histórico será ou não responsável pelos comportamentos prevaricadores (por necessidade) dos utentes daquele espaço.
A imagem ao lado, retratando as instalações sanitárias públicas sitas a 50m do ex-libris da cidade de Évora (o Templo Romano), encerraram para obras de remodelação em Junho de 2005 (não poderia ser melhor a altura, ou não fosse a febre eleitoralista que afinal não produziu os resultados esperados) e ainda não reabriram ao público, encontrando-se prontas, a espera de, segundo se diz, completar a instalação eléctrica, tendo a situação sido aqui denunciada em Setembro do passado ano.
Cada vez que observo os turistas a dirigirem-se (guiados pela sinalização existente) a tais instalações sanitárias e, perante a aflição, procurarem um recanto para descarregarem as suas necessidades fisiológicas mais básicas (por sinal, junto ao edifício da PSP e Governo Civil), sinto-me algo envergonhado na compreensão e aceitação da indução de comportamentos não desejados pelos seus protagonistas.
Até quando esta imagem degradante que Évora transmite aos seus visitantes? Não sei quem fica mais envergonhado: se os visitantes, se os eborenses, por verificarem que os vistantes são obrigados a praticarem actos que embaraçam os próprios.
2006-01-10
NO PAÍS DA ANEDOTA QUOTIDIANA, A REALIDADE JÁ PARECE FICÇÃO.
Desculpem a minha ignorância, mas ...:
- O BCP é uma empresa de produção de energia ou de realização financeira?
- São os bancos da esfera económica ou financeira no quadro de referência disciplinar da organização governativa e administrativa do Estado?
Por último, em 2001, quando abnadonou o Governo, qual era a pasta de Pina Moura?
Não era ele o mal-amado Ministro das Finanças do Governo de Guterres? Passaram 3 anos até começar a prestar a colaboração ao BCP? Não sei se o podia fazer ou não ... mas, não façam de nós parvos, pelo que não vale a pena virem com essa conversa do termo enquanto Ministro da Economia.
2006-01-09
PRESIDENCIAIS - CONTAR COM VITÓRIAS ANTECIPADAS?


Como se fosse pouco, ainda vem o editorial do semanário de referência aqui no burgo a confirmar mesmo essa desconfiança de que demorará algum tempo a rentabilizar o investimento, porque a coisa ainda está para durar, pelo menos 3 anos. É a vida ...
HÁ QUE ORGANIZAR A RESISTÊNCIA?
2006-01-06
2006-01-05
2006-01-03
DESESPERO E/OU ESQUECIMENTO...
Esta tirada soa um pouco a desespero de quem não consegue recuperar espaço nas sondagens que sistematica e repetidamente apresentam os mesmos valores e posições.2005-12-21
OPÇÕES EQUILIBRADAS PARA 2006 EM ÉVORA
- Foram colocados acima dos interesses dos partidos políticos, os interesses do município;
- Foi tomada em consideração a situação financeira da CME e mantida em limites teoricamente controláveis, as despesas previsíveis para 2006;
- Foram assegurados os compromissos financeiros do município relativamente ao elevado número de obras que o anterior executivo iniciou em 2005 e cujos compromissos transitam naturalmente para o próximo ano;
- Foram garantidos os interesses dos (pequenos e grandes) fornecedores e empreiteiros da CME que não se podem ver prejudicados de um momento para o outro por qualquer leviana decisão de algum vereador menos consciente da responsabilidade do desempenho do seu papel;

No fundo, o executivo municipal mostrou que tem no seu seio vereadores responsáveis, ponderados, conscientes e com suficiente grau de bom-senso, o que nos deixará a nós, eborenses, mais tranquilos, ao vermos afastada a recorrente ameaça da instabilidade governativa decorrente da erosão das maiorias absolutas.A evidência revelou neste ano que agora termina que assim não é e, pessoalmente, estou convencido que é possível manter esta tónica e este registo de actuação para o futuro, a bem do município.
A bem de todos, que nos continuem a surpreender positivamente em 2006 como já foram capazes de o demonstrar em 2005.
2005-12-13
2005-12-04
ANOS DE VÍCIO DA MATRIZ CULTURAL ... OU A ILUSÃO DA MODERNIDADE
- Hoje em dia, muito do recrutamento e a promoção para as empreass privadas e para os serviços públicos (especialmente os autónomos e outros com margem de manobra ao nível local para contratação a termo certo) tem ou não em conta o grupo de pertença, a prevalência da relação face à tarefa, em vez de se basear nas competências e nas regras? O que mudou substancialmente?
- A pertença das pessoas a um grupo legalmente constituído e socialmente reconhecido continua ou não a ser uma das poucas formas de participação (e de intervenção na influência dos contextos circundantes) na distribuição do leque de benefícios passíveis de acesso, numa lógica de lealdade em troca de protecção? O que mudou suibstancialmente?
- Hoje em dia, não continua a ser valorizada a manutenção da harmonia formal (o tal país de brandos costumes) em vez de cada um dizer o que pensa? A harmonia e o consenso social não continuam a ser metas fundamentais, em vez da autorealização do indivíduo, originando uma subordinação eterna e leal ao influenciador da empregabilidade pela "cunha"? O que mudou sustancialmente?
- Hoje em dia, não continuamos a aceitar que todos devem ser modestos, a condenar o sucesso dos que nos são próximos, continuando a rejeitar como norma o estudante e o profissional excelente? O insucesso escolar e a negligência ou o erro profissional não continuam ser considerados erros menores? O que mudou substancialmente?
Nos aspectos essenciais, profundos, enraizados e fundamentais da nossa cultura, aquels que marcam os traços da nossa matriz e que continuam a ser transmitidos nas nossas escolas, em que nos diferenciamos hoje, em termos de quadros e programação mental, do que acontecia antes de Abril de 1974?
Muitos dos que estão a ler, certamente estarão indignados com as palavras, porque lhes tocam a sério e fundo na realidade do quotidiano. Mas, ... uma coisa é a realidade e outra o que gostaríamos que ela fosse, mais ainda aquela visão do Portugal de futuro (que seria hoje) que venderam à minha geração na escola, numa visão utópica que é realmente apenas e só isso, contrastada com a realidade: utópica.
Em que medida contribuiu a nossa integração na Europa Comunitária para nos preparar cultural e mentalmente para os grandes desafios que devemos enfrentar num mundo global que cada vez menos funciona com estas referências? Fazemos realmente parte de uma Europa estruturada num eixo Oeste-Leste onde tende a imperar uma modernidade intelectual integrante do eixo norte-sul?
Em que medida tal integração e os milhões diariamente recebidos e gastos constribuiram para nos diferenciar da América do Sul, da África Ocidental e Oriental, das mais pobres regiões da Ásia, onde estes quadros mentais ainda hoje predominam?
É certo que, historicamente, esta forma de pensar e de encarar o mundo é muito característica da Europa do Sul, bem como de outros países mais desenvolvidos em que fertilizaram regimes totalitários, vulneráveis ao crescimento do fundamentalismo e intolerâncias religiosas, políticas e ideológicas. Mas, também é verdade que muitos desses outros países, bem perto de nós, partindo do mesmo estadio e influenciados pelas mesmas circunstâncias deram um salto substancial e se libertaram de tais estigmas...
E nós? A sondagem espelha bem como ainda pensamos e, mais, como funcionamos mentalmente e como agimos quotidianamente.
2005-11-23
OTA - INTERROGAÇÕES SOBRE A MEGALOMANIA QUE TEIMA EM NÃO DAR FRUTOS
- Em primeiro lugar, no que toca aos efeitos e impactes sobre o turismo cultural, de congressos e eventos na região de Lisboa, os dados disponíveis não são claros, nem parecem suficientemente fundamentados. Os debates sobre a matéria que nos foi possível observar durante a semana, revelam um elevado cepticismo dos agentes turísticos lisboetas e respostas evasivas dos responsáveis políticos, baseadas em palpites e exemplos de outros países e capitais europeias, mas sem conseguirem estabelecer os paralelismos adequados nos planos em que a discussão se situa;
Como se não fosse suficiente a incerteza do impacte (admitido por todos como negativo, sendo indeterminado o grau) da distância do novo aeroporto à capital, sobre o turismo da região de Lisboa, ainda chega a insistência do Ministro na deslocalização e afastamento de mais uma fatia significativa dos potenciais clientes regionais para uma distância de 200 km ("low-cost" para Aeroporto de Beja).

- Em segundo lugar, a dimensão do projecto e a grandeza do investimento são simplesmente assustadoras. Invoca-se que o investimento tem retorno e que se paga a si mesmo. Pois essa é a grande ameaça, especialmente quando contamos entre os defensores desse pressuposto quem já se enganou tanto anteriormente, como acontece com João Cravinho e o caso das SCUT que se estão a pagar sim à custa da subida dos impostos sobre todos nós. Quem vai fechar a porta a seguir? Isto, para já não falar na comparação entre a dimensão do projecto face às projecções de crescimento das actividades turísticas em Portugal e Espanha e os investimentos projectados para aeroportos como Málaga, por comparação com Lisboa;

- Por último, as experiências recentes, no que toca à megalomania com os estádios de futebol para o Euro 2004, acarretam novas fontes de intranquilidade, já que, também aí se previam efeitos de monta sobre a economia nacional mas observamos que logo que o evento acaba, para além dos monstros de betão nada mais resta em algumas das regiões (como é o caso do Algarve) enquanto que a economia entra em recessão e o desemprego dispara com tendência a manter um padrão elevado durante alguns dos próximos anos, indiciando o falhanço das previsões sobre os efeitos estruturantes na economia.
2005-11-18
O FANTASMA DA SANTA ALIANÇA
Está definitivamente enterrado o fantasma da santa aliança PSD-CDU que foi durante tanto tempo invocado pelo PS ao eleiotrado eborense enquanto perigo para a ingovernabilidade da Câmara de Évora no caso de uma maioria relativa do PS como a actual, sendo fiel de balança o vereador do PSD.2005-11-13
O BAIRRISMO (quase sempre IRRESPONSÁVEL) COMPROMETE O FUTURO... DO ALENTEJO
Primeiro foram as piscinas e o polidesportivos das autarquias, ao longo da década de 90. Antes (na década de 80) tinham sido os parques industriais, das mesmas entidades. Em ambos os casos, os protagonistas foram os mesmos, os autarcas que, por razões de política pura e apego ao poder (ou melhor, para a sua conquista ou manutanção e exercício do mesmo), não tiveram o mínimo de racionalidade e procuraram criar, cada um à sua porta, uma infra-esturutura. O resultado é desastroso, lastimável e repudiante, pelos recursos financeriso nacionais e comunitários que foram gastos sem o mínimo de racionalidade, ou sejua, desbaratados.
É bem verdade que, à política eleitoralista pura que impele cada autarca a construir uma piscina na sua terra, a 5 km da do vizinho do lado ou um parque industrial que hoje esteja às moscas, alguém com responsabilidades em níves superiores devereia ter tomado nas suas mãos a correcção dos disparates e da irresponsabilidade. A CCR do Alentejo não o fez. Há nomes e figuras de quem esteve décadas à frente da gestão daquele organismo que deveria ser chamado à responsabilidade por tais dislates, protagoniziados com o nosso dinheiro, dos nossos impostos, nacionais e com os fundos comunitários. Enfim, a formaão conta muito e, quer queiram, os ou não, a veterinária não proporciona propriamente competência ajustadas neste domínio, ajulgar pelos exemplos.
Mas, o pior é que não aprendemos. Achamos que isso é normal e que os responsáveis, coitados, estão agora reformados e, não vale a pena chatear essa malta. Quem paga? Ninguém... Apesar do mal que fizeram e dos transtornos que nos causaram.
Por essas e por outras, o disparate continuou, sempre em subida de tom.
Passámos para o domínio do ensino superior. Com uma Universidade nova mas com tradição anterior, que poderia ter feito valer os seus trunfos de consolidação e afirmação em áreas estratégicas e distintintivas, apostámos em mais dois Institutos Politécnicos (em Beja e Portalegre) numa lógica (com alguma razão) de dinamizar através do conhecimento científico, os polos de centralidade urbana interior.
Mas, mais uma vez, sem leituras das experiências noutros domínios (como o caso das piscninas, polidesportivos e parques industriais, que todos se inibem de criticar, como se a crítica fundamentada para melhorar a gestão do nosso futuro e o futuro da nossa gestão fosse crime), voltàmos ao exagero e ao excesso da autonomia universitária, permitindo que o Instituto Politécnico de Beja chegasse a uma oferta de 25 cursos, pelo que posso pressupor o mesmo leque relativamente a Portalegre. Juntos com a Universidade de Évora, por este andar, com as perspectivas demográficas existentes e recentemente actualizadas, vão sobrar cursos e não alunos daqui a poucos anos.
O que vai acontecer aos professores que ali trabalham e quem fizeram o seu percurso acdémico com base em pressupostos não fundamentados? Que vão pedir contas ao governo que nessa altura estiver em funções, não tenho dúvidas, mas esquecem-se de quem foram os responsáveis pela situação em que vão caír.
Mais uma vez, a irresponsabilidade prevaleceu e comprometeu o futuro: em vez da procura de áreas distintivas de afirmação individual, a diversidade e a massificação falou mais alto.
Quem paga por tais erros? Os responsáveis por tais instituições de ensino, sem dúvida, mas também os que acima, nomeadamente ao nível governamental, deveriam ter colocado entraves, críticas e chamadas de atenção para uma actuação que, sem deixar de se subordinar e responder às necessidades de uma região, deveria ter sido mais responsável e realista quanto ao futuro. Ao invés, incentivaram o aumento de cursos e de alunos, financiando tais instituições pelo número de alunos em vez de por critérios de eficácia e eficiência regional.
Mas, também é bem verdade que quem elaborou as propostas de abertura de novos cursos, ao nível regional, por parte dos Politécnicos e das Universidades, está cada vez mais distanciado e alienado das verdadeiras necessidades do meio circundante e da missão que deveria ser prosseguida pela instituições cujo destino pretende influenciar e decidir.
É a irresponsabilidade no seu máximo esplendor. Infelizmente para toda uma região. O futuro de Beja e de Portalegre, enquanto cidades, vai ser tormentoso e atribulado. Évora, para lá caminha, em especial nesta área do ensino superior, que muito influencia e determina os destinos de uma região, nem sempre da melhor forma.
2005-11-06
FORAM-SE OS CARTAZES E OS AVIÕES!
2005-11-01
LOUVOR JUSTO E MERECIDO À CÂMARA DE ÉVORA PELA POSIÇÃO!
2005-10-30
ENTRADA DE LEÃO, SEM PAVOR... Para mais tarde recordar.
2005-10-28
EXPLICADA A PRESSA DA TOMADA DE POSSE DA CÂMARA DE ÉVORA... UMA VERGONHA
«No momento em que eliminam vários direitos adquiridos, em nome da sustentabilidade das contas do país e da equidade de direitos no funcionalismo público, José Sócrates e o PS alargam até 2009 o generoso regime de privilégios de autarcas e deputados. Pior: fazem-no à socapa, com enganosos artifícios por baixo da mesa, e tentando passar a ideia de que estão a fazer o contrário, a moralizar o alargado esquema de regalias da classe política.
Atente-se nos passos desta artimanha processual e política. Antes de impor os generalizados sacrifícios e cortes à função pública, José Sócrates anunciou e garantiu que, como exemplo, os políticos seriam os primeiros a prescindir dos seus regimes de privilégios injustificados. Para isso, e porque «os sacrifícios teriam de ser distribuídos por todos» como humildemente assegurou Sócrates, iria ser revista a lei das subvenções dos políticos. Uma lei que, há mais de duas décadas, permite que seja contado a dobrar o tempo em funções dos políticos para efeitos de reforma, que lhes seja atribuído um invejável subsídio de reintegração ou que se reformem antecipadamente muito antes dos 65, dos 60 ou até dos 50 anos.
2005-10-25
PRESIDENTE DA CÂMARA DE ÉVORA CONTRA GOVERNO PS?
2005-10-24
GRIPE DAS AVES E POMBOS NA PRAÇA DO GERALDO
2005-10-21
Antes de entrar .... BATA À PORTA!!! Com força, para se fazer ouvir ...
A IRRESPONSABILIDADE SOCIALISTA NAS SCUT
- Apesar de acertada, a decisão do actual Primeiro-Ministro não pode deixar de merecer o reparo de, ao longo de toda a campanha eleitoral ter deixado transparecer a ideia de que o PS pensava o contrário, de forma diferente do PSD, que sempre assumiu esta decisão como inevitável. Chama-se a isto, de forma simples, iludir o eleitorado;
- Sócrates também foi membro dos Governos que tomaram, erradamente, as decisões que agora pretende corrigir, sem nunca ter lavantado a voz a favor de uma solução alternativa, nomeadamente aquela que agora pretende adoptar.
2005-10-20
DISTRIBUIÇÃO DE PELOUROS NA CÂMARA DE ÉVORA
- coordenação da actividade geral da câmara;
- informação e relações públicas;
- gestão e administração de recursos;
- desenvolvimento económico;
- planeamento;
- ordenamento do território;
- equipamento urbano
- mobilidade;
- cultura;
- relações internacionais;
- protecção civil;
- turismo;
- coordenar o gabinete de apoio à vereação e ao secretariado;
- coordenar a participação da Câmara Municipal de Évora na Assembleia Intermunicipal da Associação de Municípios do Distrito de Évora e na Assembleia Distrital.
- Assembleia Municipal;
- Freguesias;
- gestão urbanística;
- obras municipais;
- auditoria e fiscalização;
- desporto.
Sob a alçada da vereadora Filomena Araújo ficam as áreas da:
- educação,
- juventude,
- acção social,
- o ambiente e a higiene pública
- águas e saneamento.»
É caso para dizer que, com esta prova de (des)confiança nos seus próprios vereadores, imagine-se bem que pelouros não estaria o Presidente da Câmara de Évora preparado para atribuir aos vereadores da oposição que distraídamente tivessem acedido ao convite...
2005-10-18
CONTRADIÇÕES ENERGÉTICAS
A gestão do processo da Central Solar de Moura, é no mínimo vergonhoso.
IMAGENS CARICATAS E MENSAGENS CONTRADITÓRIAS
2005-10-17
AGENDA PARA A 1ª REUNIÃO DA CME?
2005-10-14
A MAL EXPLICADA TOMADA DE POSSE DA CME
Sem mais, a notícia foi transmitida por alguns órgãos de comunicação escrita regional, durante o dia de ontem. Não foram avisados nem consultados os deputados municipais, que julgavam continuar a ver primeiro instalada a Assembleia Municipal e só depois empossada a nova Câmara Municipal.















